Empresa também propôs aumentar o controle dos usuários sobre os cliques no botão "Curtir" e permitir que internautas optem por não participar de histórias patrocinadas

Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou um acordo de US$ 20 milhões (cerca de R$ 40,3 milhões) proposto pelo Facebook em uma ação judicial movida contra o recurso de histórias patrocinadas. Com o novo recurso, a rede social utiliza atualizações de status dos usuários sobre produtos, locais ou marcas em anúncios da rede social para outros usuários.

Facebook enfrenta processo por violação de privacidade nos EUA
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Facebook enfrenta processo por violação de privacidade nos EUA

O recurso de histórias patrocinadas começou a funcionar em janeiro de 2011. De acordo com o site Mashable , os usuários do Facebook não tem a opção de não permitir que a empresa use suas atualizações de status em anúncios publicitários.

Na ação, usuários alegam que o recurso de histórias patrocinadas viola os termos de uso da rede social.

Além do valor proposto pelo Facebook (que direcionaria US$ 10 milhões para o responsável pela ação e US$ 10 milhões para entidades de proteção à privacidade dos usuários, como Electronic Frontier Foundation), a empresa também propôs dar maior controle aos usuários sobre os cliques no botão "Curtir" e também uma forma de optar por não participar das histórias patrocinadas.

O juiz argumentou que o valor não indeniza as mais de 100 milhões de pessoas que já participaram de histórias patrocinadas sem o seu consentimento. De acordo com o Mashable, o Facebook lucra US$ 1 milhão por dia com as histórias patrocinadas. O juiz ainda não determinou quais serão os próximos passos do processo.

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