Autumn Radtke, de 28 anos, se mudou para Cingapura em 2012 e já havia trabalhado em outra startup na Califórnia

Reuters

Vizinhos acreditam que Radtke pulou de um prédio em um complexo de apartamentos próximo de sua residência, em Cingapura
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Vizinhos acreditam que Radtke pulou de um prédio em um complexo de apartamentos próximo de sua residência, em Cingapura

A jovem executiva norte-americana que possivelmente cometeu suicídio fazia parte do mundo virtual da moeda bitcoin, mas enfrentava outros problemas antes de morrer, afirmaram amigos e colegas.

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A presidente-executiva da empresa de câmbio First Meta, Autumn Radtke, foi encontrada sem vida no dia 26 de fevereiro. A polícia disse estar investigando sua morte "não natural", e que as "pistas iniciais não mostram suspeitas de crime".

Vizinhos acreditam que Radtke pulou de um prédio em um complexo de apartamentos próximo de sua residência, em Cingapura.

Amigos e colegas da executiva alegaram que ela sofria pressões profissionais e pessoais, liderando uma startup que se esforçava para ganhar força.

Segundo os amigos, a executiva era uma grande apoiadora do bitcoin e investiu pessoalmente na moeda virtual. Um de seus colegas afirmou que ela os persuadiu para investir também.

Radtke, de 28 anos, se mudou para Cingapura no começo de 2012 e já havia trabalhado em outra startup na Califórnia.

Reportagem Jeremy Wagstaff e Rujun Shen.

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