Saiba quais são as 10 tendências tecnológicas para 2016 na opinião dos usuários

Por Ansa |

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Para entrevistados, desenvolvimento de sistemas com inteligência artificial deverá se intensificar neste ano

Usuários acreditam que dispositivos que utilizam a realidade virtual se tornarão mais comuns
Maurizio Pesce / Flickr
Usuários acreditam que dispositivos que utilizam a realidade virtual se tornarão mais comuns

O que esperar da tecnologia em 2016? Na quinta edição do relatório anual "10 Hot Consumer Trends", a empresa de telecomunicações Ericsson apresentou as 10 maiores tendências tecnológicas para este ano e para os próximos.

Elaborados pelo programa de pesquisas ConsumerLab, os 10 itens apresentados foram obtidos a partir de respostas de milhares de usuários. De acordo com a empresa, as tendências mais amplas representam o comportamento de, aproximadamente, 1,1 bilhão de usuários em 24 países. Confira os 10 tópicos da lista:

1 - Comunidades com críticas e avaliações 

Quatro entre cinco pessoas acreditam que os benefícios gerados pelo uso de serviços online são maiores quando mais pessoas os utilizam, como por exemplo quando críticas e avaliações de usuários ajudam na escolha de hotéis, restaurantes e outros serviços.

2 - Crescimento dos serviços de streaming

Em 2015, cerca de 20% dos adolescentes de 16 a 19 anos passaram ao menos 3 horas por dia assistindo a vídeos no Youtube, contra apenas 7% em 2011. Levando em conta um período menor, 46% dos usuários nessa faixa etária afirmaram que passaram ao menos uma hora por dia na plataforma.

3 - Inteligência artificial dará fim às telas touch

A inteligência artificial permitirá no futuro interagir com eletrodomésticos e outros objetos da casa sem a necessidade da tela de um smartphone, tablet ou laptop. Cerca de metade dos entrevistados afirmou acreditar que será possível falar com os utensílios domésticos.

4 - Do Virtual para o Real

Em 2016, os consumidores desejam integrar a tecnologia de realidade virtual a todas suas atividades do dia a dia, como assistir a esportes e até tirar selfies em 3D para experimentar roupas, calçados e acessórios em lojas online. Além disso, 44% deles querem imprimir seus próprios alimentos.

5 - Casas inteligentes

Nos próximos cinco anos, a tecnologia pode estar presente nos tijolos e no cimento usados para construir casas. Isso porque 55% dos donos de smartphones acham que materiais de construção conterão sensores capazes de detectar erros de construção, mofo e problemas na eletricidade.

6 - Viagens eficientes

Durante o percurso de casa para o trabalho ou da volta da consulta com o médico, quem usa carro ou transporte público para se deslocar pela cidade quer sentir que seu tempo parado no trânsito é útil. Em relação a isso, 86% dos entrevistados fariam uso de aplicativos personalizados e específicos para esses momentos.

7 - Chat de emergência

Mais da metade de usuários de smartphones acredita que as redes sociais se tornarão o melhor modo para contatar pessoas e serviços em momentos de emergências no período de três anos. Além disso, seis entre 10 pessoas têm interesse na criação de um aplicativo de alerta de desastres, que oferecerá informações corretas e atualizadas.

8 - Dispositivos internos ao organismo

Cerca de metade dos usuários de smartphones acha que em três anos existirão sensores internos que informarão o estado de saúde do organismo de cada pessoa. Já oito entre 10 pessoas gostariam que a tecnologia pudesse melhorar sentidos como visão e audição.

9 - Preocupação com a segurança online

A maioria dos consumidores ainda entende vírus e hackers como grandes problemas do universo online. No entanto, 20% dos entrevistados afirmam que podem acreditar mais em empresas que foram hackeadas e que prontamente resolveram o problema.

10 - Internautas como fonte de informação

Os entrevistados estão compartilhando mais informações do que nunca e acreditam que isso pode aumentar a sua influência na sociedade. Para mais de um terço deles, por exemplo, denunciar um caso de corrupção ou de fraude de uma empresa pela internet é mais eficiente que chamar a polícia.

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