Smartphone usa sensores de luz, toque e movimento para facilitar ações cotidianas

Poucos dias depois de seu lançamento nos Estados Unidos, chegou ao Brasil o Motorola Moto X (R$ 1.799), o primeiro smartphone da marca com a participação ativa da Google em sua construção. Com controle de voz aprimorado, o aparelho também traz outras funções bastante inteligentes. Confira o teste. 

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A favor:

• Controle de voz e gestos especial e útil;
• Processamento poderoso e inteligente;
• Câmera e áudio de boa qualidade.

Contra:

• Preço inicial elevado;
• A customização de cores ainda não chegou ao país;
• Esquenta muito em algumas situações.

Design

Em seu lançamento nos Estados Unidos, um dos maiores destaques do aparelho era o MotoMaker, serviço que permite comprar o aparelho com hardware e visual muito personalizados. Pelo site, é possível escolher diversas cores da traseira, frente e fones de ouvido, cases, memória, nome na abertura do sistema, wallpaper e até deixar o aparelho com sua conta da Google.

Infelizmente, esse grande diferencial não veio para o Brasil. A Motorola afirmou estar pesquisando a viabilidade desse recurso aqui no Brasil e é possível que ele chegue no próximo ano.

Moto X tem visual sóbrio
Stella Dauer
Moto X tem visual sóbrio

Sendo assim, aqui no País temos o Moto X apenas nas desanimadoras cores preto e branco. O modelo que recebi foi o preto e, tirando um detalhe ou outro, ele tem aquela mesma cara básica dos aparelhos da empresa, retangular com bordas arredondadas, com a carcaça em policarbonato.

Para o tamanho de sua tela, ele até que é pequeno. As molduras ao redor do display são finas e o espaço foi muito bem aproveitado. O Moto X é "enxuto" e tem poucos botões, sendo discreto e elegante.

Há apenas botões de volume e de energia no lado direito, enquanto o esquerdo guarda apenas a entrada para o chip SIM do tamanho nano (ou seja, não há como retirar a bateria). Abaixo fica a conexão micro USB, acima a de áudio e um microfone.

A traseira possui o mesmo acabamento que os tops da linha Razr, algo como fibra de carbono ou kevlar. Também temos a câmera, flash, uma saída de som e mais um microfone. São três deles, se contarmos também o que fica na frente, junto a mais uma saída de som, câmera e sensores, além da tela.

Com apenas 130 gramas, ele tem um centímetro de espessura e fica mais fino nas bordas, uma vez que sua traseira é bem convexa. Ela também é emborrachada, e por isso a pegada é boa, sendo possível usar apenas uma mão para mexer no aparelho, com ótima ergonomia.

O Moto X também traz proteção contra espirros de água, dentro e fora do aparelho, embora não seja totalmente à prova d'água.

Tela

O display foi meticulosamente pensado para que se encaixasse bem na mão, sem ficar pequeno. Assim, as 4,7 polegadas dele são ideais, além de contarem com definição HD de 720 x 1280 pixels, tendo 312 ppi.

A tela possui tecnologia AMOLED e vidro Corning Gorilla Glass. É impossível enxergar os pixels na tela, e seu brilho, cor e acuidade são ótimos. É realmente uma tela bem equilibrada em todos os sentidos.

Hardware e processamento

De início, o hardware parece fraco em relação aos concorrentes, mas ele esconde segredos. O processador é um Qualcomm Snapdragon 1,7 GHz dual core Krait ARMv7, com 2GB de RAM. A GPU é a Adreno 320.

Um processador dual core não parece impressionar, mas o que roda aqui é o conjunto de chips conhecido como Motorola X8, a junção de quatro núcleos de GPU, dois núcleos de processamento íntegro, um núcleo para processamento contextual e um para linguagem natural.

Isso faz com que algumas partes do processador funcionem apenas quando chamados, economizando bateria e mantendo o Moto X sempre acordado de alguma maneira, pronto para te ouvir. As combinações desses processadores e de uma firmware personalizada ajudam a prolongar a vida útil da bateria e melhorar o desempenho.

O processador contextual atua junto aos sensores, mas se torna o processador principal quando o smartphone está em repouso. O processador natural lida com o áudio, estimativa de ruído e cancelamento de ruído.

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E quais foram os resultados práticos disso? No benchmark Vellamo, que mede o HTML 5, foram 2396 pontos; no Geekbench 3, 1260 pontos; no AnTuTu, 21487 pontos, superior aos 20789 do phablet Samsung Galaxy Note II.

Para o desempenho em jogos, ele marcou 58 fps em alta qualidade no Epic Citadel, 7107 pontos no 3D Mark Icestorm extreme (ficando abaixo apenas do Sony Xperia Z Ultra e Samsung Galaxy S4). Esses bons números também se traduziram em outra coisa: o Moto X esquenta muito em algumas situações, principalmente em jogos.

Ainda assim, isso significa que ele não tropeçou em simplesmente nada do que testei. Jogos como GTA Vice City,Blood & Glory: Legends, Batman: The Dark Knight Rises tiveram ótimo desempenho. Vídeos em Full HD, redes sociais e até as conexões, tudo foi muito rápido e fluído.

Nas conexões, ele é muito completo, pois além de contar com o básico Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac dual band, WiFi hotspot, GPS com A-GPS e GLONASS e Bluetooth 4.0 + A2DP + LE + EDR, também tem DLNA, WiFi Direct, NFC, MHL e USB Host (permite conectar periféricos incluindo câmeras e pendrives, com a possibilidade de montá-los em pastas do sistema de arquivos).

Seu 3G é quadriband, e o 4G é compatível com o Brasil, e o único problema é que seu chip SIM é do tamanho nano, obrigando o usuário a comprar um chip novo (além do Moto X, apenas o iPhone 5 usa chip do tamanho nano).

Sistema operacional e usabilidade

Diferentemente do esperado, o Moto X não vem com a versão mais recente do Android, a 4.3, e sim a 4.2.2, também Jelly Bean. É extremamente provável que ele receba essa versão mais atual, e algumas outras posteriores, então não há com o que se preocupar.

Moto X roda versão praticamente pura do Android
Stella Dauer
Moto X roda versão praticamente pura do Android

O sistema é praticamente puro, com apenas algumas modificações da Motorola para melhorar a interação.

No geral, o Moto X roda uma versão bem escura do Android, com todos os ícones padrão do sistema, e sem qualquer widget extra, fora os do Google Now, relógio e tocador de música.

Nas configurações, o que encontramos de diferente são os ajustes de comandos de voz e das notificações inteligentes, além do recurso Tela sem Fio. Esse recurso possibilita espelhar o conteúdo do smart em uma TV, sem usar cabos. Em som, você pode configurar o equalizador para todo o aparelho.

As funções realmente espertas

O grande destaque do Moto X, item que o coloca à frente do Nexus 4 da LG, é sua inteligência. Redefinindo o conceito de smartphone, ele vem com uma série de funções que o deixam espertísssimo e trabalham para facilitar sua vida.

A primeira delas é o controle por voz, que em alguns aspectos supera o sistema Siri, da Apple. Graças ao seu processador dividido, como expliquei acima, ele mantém algumas partes de seu hardware funcionando, mesmo com a tela desligada; a câmera e o microfone são algumas delas.

Basta dizer "Ok, Google Now" e o Moto X acorda, esperando seus comandos. A partir daí, basta perguntar o que você quiser, como "preciso levar guarda chuva hoje?", "ligar para Marina celular", "navegar para o MASP" e muitos outros comandos. A interface é simpática, e sempre aparecem frases como "Boa noite", "E aí?" e outras.

O mais impressionante é todo esse sistema estar em português, coisa muito atraente para o público que ainda está frustrado com os sistemas de voz da Apple e da Samsung. O melhor de tudo é que o reconhecimento de voz é muito preciso, e não é necessário gritar para falar com ele. Tudo é reconhecido fácil e rapidamente, mesmo em ambientes ruidosos.

Ainda assim, ficaria melhor ainda se ações mais simples pudessem ser feitas. Ele possui como repertório tudo o que pode ser pesquisado no Google ou que está no Google Now, mas não conta com ordens simples como "parar navegação" e "ligar aplicativo", ou postagens em redes sociais. Nesse quesito, o Siri dá um banho.

O sistema ainda tem que ser aprimorado em alguns aspectos. Durante o teste, alguns comandos não funcionaram de jeito nenhum. Comandos como "lembrar reunião às 13 horas", "vai chover hoje?" e outros, que eram interpretados como buscas de termo no Google em vez de acionarem as respostas necessárias. Apenas os comandos mais básicos funcionaram.

E não se esqueça que não é só sair falando. Cada Moto X tem de ser treinado com a voz de seu proprietário, em quase 100% dos casos irá responder somente a ela. Também é preciso passar pelas configurações do Google Now e outros serviços, baixar alguns idiomas e acertar algumas ações.

Comandos de voz são destaque do Moto X
Stella Dauer
Comandos de voz são destaque do Moto X

Outro porém está no bloqueio de tela. Se você colocar algum tipo de senha para abrir o aparelho, a função de estar escutando toda hora perde o efeito, pois é preciso tocar na tela e abrir a senha para que tudo funcione. 

O Motorola Assist é uma evolução das SmartTasks, e funciona em três situações: enquanto você dirige (lê mensagens de texto e avisa quem está ligando, pode mandar mensagens automáticas avisando que você está ao volante, toca suas músicas favoritas), enquanto você dorme (menos quando um favorito ligar, ou quando alguém ligar duas vezes em menos de cinco minutos) e quando você está em reunião (silencia o aparelho e envia mensagens automáticas).

Para detectar essas três situações ele usa o GPS (na direção), o relógio (quando você está dormindo) e sua agenda (para checar se está em reunião). Muito esperto.

Mais uma sacada está no ato que praticamos todos os dias: a Motorola pesquisou e descobriu que o usuário comum liga a tela do smartphone em média 60 vezes por dia para checar as horas ou a chegada de algum email ou mensagem. E assim, o Moto X traz o Active Display.

Para economizar bateria, o sensores detectam quando você, por exemplo, tira o aparelho do bolso ou o levanta da mesa, e já mostra na hora informações sobre hora e mensagens, apenas em uma parte da tela. Se houver algum aviso ou email, essa parte da tela pisca de 6 em 6 segundos.

Caso o usuário toque na tela, a mensagem pode ser lida ali mesmo na tela preta. Para abrir o aplicativo da mensagem, basta deslizar o dedo sobre a tela. Isso serve para aplicativos como Hangouts, Facebook, SMS e outros.

Todos esses recursos são muito úteis, uma sorte que usuários do Galaxy S4 não têm. Ainda assim, seria o melhor de dois mundos contar com uma união de recursos apresentados no Moto X, Galaxy S4 e iPhone 5. Todos juntos formariam um smartphone realmente especial.

Aplicativos

Para a sorte de todos, o Moto X traz poucos aplicativos embarcados, o que significa que há mais espaço no armazenamento e que você poderá escolher seus próprios apps favoritos. São somente 33 aplicativos, e a maior parte deles é do Google.

Da Motorola, especificamente, temos poucas e boas coisas. Há o Assist (explicado melhor abaixo), Migração Motorola e Moto Care. A migração permite levar diversas informações de seu antigo smartphone para o Moto X. E são itens que nem o Google oferece para transportar, como histórico de chamadas, SMS, fotos, entre outros. Pena que é só para Android.

Aplicativo de migração de dados do Moto X
Stella Dauer
Aplicativo de migração de dados do Moto X

O Moto Care é todo um serviço de assistência, melhor do que o oferecido pelo antigo Blur. No dia-a-dia, ele dá dicas sobre hábitos de carga, bateria, sistema e aplicativos.

E, caso você tenha dúvidas ou problemas no aparelho (e dê a sorte de estar em horário comercial), você pode entrar em uma ligação ou bate papo com um especialista da Motorola e obter auxílio.

Lá você também acessa tutoriais, FAQs e dicas de como realizar ações. As dicas que o Moto Care dá podem ser colocadas em prática na mesma hora, clicando em "Corrigir" ou você pode configurar para que sejam automaticamente aceitas. Há também o app QuickOffice, de terceiros.

E quem usa o navegador Chrome no computador tem mais uma novidade. Instalando o complemento Motorola Connect no aplicativo, você pode acessar o Moto X direto do PC. Ele armazena ligações, mensagens e contatos.

Se alguém estiver ligando, por exemplo, nem precisa tirar o telefone do bolso: você pode ignorar ou responder com mensagem direto do Chrome (só não pode atender ligações). Também pode enviar SMS e conferir a lista de ligações.

Câmera

Antiga conhecida por ter câmeras de baixa qualidade, desde a linha Razr a Motorola vem caprichando mais nesse recurso. O Moto X conta com sensor de 10.5 megapixel, e não faz feio na captura.

Em ambientes com pouca luz, ela se virou muito bem. Há pouco granulado porque as fotos não ficam pixeladas parecendo, em vez disso, pintadas. Isso ocasiona perda de definição e acuidade, mas fica ótimo para a visualização na tela.

Sob luz do dia, a câmera tem boa qualidade. O contraste é forte, e isso dá uma boa acuidade nas imagens. Como defeito, dá para dizer que as cores não são muito fortes, e mesmo o HDR não resolve isso totalmente.

A boa qualidade das fotos está relacionada à tecnologia Clear Pixel empregada. Uma série de mudanças nos pixels RGB e na captura da imagem com as lentes F/2.4 proporcionam a entrada de mais luz, gerando imagens mais claras.

O macro funciona a partir de 5 centímetros, e dá para colocar o foco na frente ou no fundo, com um toque. Na frente, há uma câmera de 2.1 megapixel, que se saiu muito bem em chamadas de vídeo e também obteve resultados razoáveis em fotos.

Aqui há mais um recurso inteligente do Moto X. Muitas vezes, precisamos da câmera do aparelho rapidamente, para uma foto efêmera, e precisamos desbloquear telas, acessar aplicativos ou apertar botões físicos. Aqui, basta girar o telefone na mão duas vezes (como se desse um tchau de miss Brasil), que em dois segundos a câmera está pronta.

Câmera do Moto X é de 10 megapixels
Stella Dauer
Câmera do Moto X é de 10 megapixels

Deslizando o dedo da esquerda para a direita, revela-se o menu da câmera, que é circular. No sentido contrário, você é levado à galeria. E se deslizar o dedo de cima para baixo e vice-versa, aproximará ou afastará o zoom.

Para tirar a foto, não há botão físico dedicado, mas só é preciso clicar em qualquer lugar da tela: ele faz o foco rapidamente e já tira a foto.

Se você mantiver o dedo na tela, a câmera tira fotos contínuas. Esse recurso enlouqueceu em uma ocasião, e ficou tirando diversas fotos mesmo sem encostar o dedo na tela.

Há recursos de captura especiais, como HDR e filmagem em câmera lenta, e ambos funcionam muito bem. Mas, mesmo com esses recursos legais, o app da câmera em si é bem simples. O menu é redondo e guarda poucos ajustes.

Além da ativação do HDR e da câmera lenta, encontramos ajuste de flash, de foco por toque, panorâmica, geotagueamento, ajuste do som do obturador e ajuste do movimento do braço para ativar a câmera.

Não há qualquer menção a cenas, ISO, efeitos e outros ajustes básicos mas, na galeria, você encontra edição e efeitos para as imagens. Ele faz vídeos em Full HD, com HDR e foco constante e ótima captura de áudio em estéreo, e qualidade eficiente.

Música e mídia

O som externo surpreendeu. Com uma saída de som tão pequena, ele mostrou volume alto e claro, com poucas distorções. No geral, teve boa reverberação, mas não dá para fazer milagres no estéreo e nos graves.

Nos fones de ouvido que vêm na caixa, é a mesma coisa. Um volume alto e claro, mas uma ligeira falta de graves. Ainda assim, nesse caso, o estéreo é muito bom. Pena não vir com rádio FM.

Para vídeos, ele é o que se espera dele. A imagem é de alta qualidade, e mesmo a definição sendo apenas HD, ele reproduz vídeos em Full HD sem qualquer tropeço. As cores são intensas, a acuidade é boa.

O som para filmes é ótimo também, seguindo o mesmo caminho da música. Se você não tampar a saída de som traseira, terá ótimo áudio para filmes, seriados e outros. Trata-se de uma boa central de mídia.

Bateria e armazenamento

A duração da bateria de 2200 mAh foi bem satisfatória. Colocamos o Moto X em uso normal e intenso, com mais de duas horas de jogo, duas horas de streaming de música, ligações e navegação ocasionais. Tudo isso com tela no brilho máximo e push mail, WiFi/3G e GPS ligados.

Esse uso, interpretado como uso básico sem prejuízos para economizar bateria, chegou a 20 horas ininterruptas. Quando a bateria chegou ao ponto crítico de 10%, a economia do sistema foi ativada, mas ainda com os dados de segundo plano.

Em espera, com pouco uso diário, a bateria pode aguentar até 40 horas, um ótimo número. Em parte, isso se deve à escolha da Motorola em não aderir ao display Full HD.

Nos Estados Unidos, foram lançados modelos de 16GB e 32GB. Aqui no Brasil, apenas o primeiro chegou, mas traz boas notícias. Diferente de alguns concorrentes, seu espaço interno de 16GB não foi atolado de coisas pela fabricante.

Assim, temos disponíveis 11.8 GB de armazenamento para o usuário. E isso realmente é uma boa, pois não há slot para cartões de memória.

O que vem na caixa

Na caixa do Moto X, temos o aparelho, acompanhado de um par de fones de ouvido convencionais com microfone, carregador sem fio, cabo USB, manual rápido, guia de conformidade, espumas e clipe para os fones e ferramenta para remover o chip SIM. O carregador sem fio é genial, e possui duas conexões USB, para você carregue mais de um equipamento por vez.

Para quem é

O Moto X é capaz de competir sem problemas com o LG Nexus 4, Sony Xperia ZQ, iPhone 5 e Samsung Galaxy S4. Possui recursos de voz inteligentes e muitas outras funções que não vemos em outros aparelhos.

Seu processamento e câmera também não decepcionam, ao contrário de seu valor médio, que pode ser superior a todos os seus concorrentes. Ele é ideal para quem precisa de um smartphone muito prático, que trabalhe para você, e não com você.

O Moto X cumpre muito bem o papel em qualquer atividade frequente em smartphones, e também é uma boa para filmes, música, jogos e navegação na internet. Só decepciona por não ter o sistema de personalização de cores disponível nos Estados Unidos.

Ficha técnica

Motorola Moto X XT1058

Preço: R$1799
Configuração: tela de 4.7 polegadas e resolução de  720 x 1184 pixels, sistema Android 4.2.2 Jelly Bean, processador Qualcomm Snapdragon 1.7GHz dual core Krait ARMv7, 2GB de RAM, 3G/4G, 16 GB de armazenamento (12 GB disponíveis), câmera de 10.5 megapixels (frontal com 2.1MP) com flash LED, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac dual band, WiFi hotspot, DLNA, WiFi Direct, GPS com A-GPS e GLONASS, Bluetooth 4.0, NFC, USB Host, MHL, 
Dimensões: 12.33 x 6.5 x 1 cm
Peso: 130g
Autonomia de bateria: Até 40 horas em stand-by / Até 20 horas em conversação e internet
Itens inclusos: aparelho, manuais, carregador sem fio, fones de ouvido, espumas e clipe para fones, cabo USB e clipe para retirar o chip SIM.

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