Smartphone da Sony tem tela de 6,3 polegadas e configuração poderosa

No Brasil, ainda não é muito comum vermos na rua os celulares com telas gigantes, também chamados de phablets. Até recentemente tínhamos apenas os aparelhos da linha Galaxy Note e o G Pro, da LG. Com o Xperia Z Ultra (R$ 2.300), lançado no fim do ano passado, a Sony passa a ter um produto nessa categoria.

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O Z Ultra supera seus principais concorrentes no quesito design. O aparelho também é resistente à água e traz o poderoso processador Snapdragon 800 da Qualcomm. De modo geral, é um ótimo aparelho. Resta saber se o mercado irá corresponder e se os celulares grandalhões vão conquistar um espaço no bolso dos brasileiros. Confira mais detalhes na análise.

A favor:

• Resistente a água e poeira;
• Design arrojado e elegante;
• Fino, leve e feito em vidro;
• Traz TV Digital;
• Bateria tem ótima duração;
• Processador poderoso.

Contra:

• Tão fino que parece muito frágil;
• Sem flash ou botão para fotos;
• Som externo ruim;
• Tamanho pode incomodar alguns usuários na hora de atender uma chamada.

Design

Em sua recente linha Xperia, a Sony investiu bastante em design arrojado e moderno, com arestas agudas e muitas linhas retas. Perto do Z Ultra, o Galaxy Note, da Samsung, parece um brinquedo em matéria de visual e acabamento.

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O corpo do Z Ultra é todo em vidro, exceto pelas bordas, que são em alumínio. A frente e a traseira são tão parecidas que você poderá se confundir. Fino, ele tem apenas 6,5 milímetros de espessura, muito bonito. Mas é grandão, com 18 centímetros de altura, e não é qualquer um que vai se acostumar com isso.

Essa finura e o corpo todo em vidro dão uma grande sensação de fragilidade ao aparelho, e dá um certo medo de quebrá-lo no meio. O Z Ultra até enverga um pouco com uma forçadinha. Mas, com o uso, você vai perdendo o receio. 

Corpo ultrafino é ponto forte do Z Ultra
Stella Dauer
Corpo ultrafino é ponto forte do Z Ultra

A traseira é coberta por vidro resistente a riscos e a alguns impactos moderados. Ela traz a câmera e logotipos somente. A frente conta com a tela, saída de som, microfone, sensores, câmera, LED de aviso e logotipo. Do lado esquerdo ficam a conexão microUSB protegida por tampa e o conector para dock magnético.

No lado direito encontramos um furo para pingentes e correias, conexão de áudio, os botões de volume e de energia e uma tampa que cobre a entrada para o cartão microSD e também a do chip SIM.

É tudo muito discreto, e ele parece mesmo uma peça preta sólida, com mínimos detalhes em prata. Por ser leve e fino (212 gramas), não é assim tão complicado usar o Z Ultra como telefone. Ainda assim, não é possível interagir totalmente com ele usando apenas uma mão.

Proteção contra água e poeira

O aparelho conta com as certificações IP55 e IP58, o que significa que ele é resistente a água e poeira. A proteção 5 refere-se a jatos de água médios, por até três minutos. O 8 significa que você pode mergulhar com ele a uma profundidade maior do que um metro. No caso da Sony, 1,5 metro.

No geral, ele está preparado para a maioria das situações do dia-a-dia. Você pode pegá-lo com as mãos molhadas, pode trabalhar com marcenaria e pode levá-lo à praia (sem entrar na água). Se ele se sujar, você pode lavá-lo debaixo d'água, e pode ser útil para alguém escutar música ou ver vídeos debaixo do chuveiro.

A Sony garante a proteção a até um metro e meio sob a água doce, durante 30 minutos no máximo. E para que tudo isso funcione, é preciso que todas as tampas estejam muito bem fechadas, para não prejudicar a vedação.

Tela

Borrando os limites entre tablets e smartphones, o Z Ultra possui tela de 6,3 polegadas, mais do que as 5.7 do Note III. É um display enorme e de perfeita qualidade, inclusive em ângulos mais abertos. As cores são fortes e brilhantes, e o preto é bem escuro.

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Com definição Full HD de 1080 x 1920 pixels, 16 milhões de cores e 344 ppi de densidade, o seu tamanho não faz com que apareça um pixel sequer na tela. Ela é uma TFT "comum", capacitiva e multitoque de até 10 dedos com duas tecnologias especiais da Sony: Triluminos display (mais cores) e X-Reality Engine com verificação progressiva (mais nitidez, antigo Mobile Bravia).

Tela do Z Ultra tem resolução Full HD
Stella Dauer
Tela do Z Ultra tem resolução Full HD

Esse display não é tão brilhante e intenso como um de tecnologia AMOLED, mas tem boa visibilidade sob o sol, graças ao OptiContrast. Já o DirectTouch elimina uma das camadas de ar da tela, permitindo maior sensibilidade, que é muito boa. O vidro macio permite que o dedo interaja com o sistema sem qualquer problema.

A escrita no teclado é ótima. A tela espaçosa permite conforto tanto na vertical como na horizontal. O sistema de escrita pelo deslizar de dedos também é útil, ainda mais com canetas.

E para os que gostam de desenhar ou escrever na tela, mas nunca têm a bendita stylus especial por perto, o Z Ultra traz uma tecnologia especial no display. Nele, é possível escrever com qualquer coisa, inclusive canetas e lápis normais. Os sensores percebem o que é sua mão e o que precisa escrever, e funciona muito bem.

É preciso observar que, apesar da proteção contra riscos, tanto o display como a traseira riscam facilmente, deixando a compra de case e película indispensável, ainda mais com essa história de poder usar qualquer coisa para escrever.

Hardware e processamento

Preparando as emoções dos que são loucos por processamento, há de se observar que aqui não há concorrentes. Com o mais novo processador da Qualcomm, o Snapdragon 800, CPU quad core de 2.2GHz Krait 400 e GPU Adreno 330, ele fez miséria nos testes de benchmark.

No AnTuTu obtivemos 32.464 pontos, muito acima dos 25.161 do Galaxy S4. No multiplataforma Geekbench 3 foram 2.761 pontos e no Vellamo, que mede a navegação na internet, ele ocupou o primeiro lugar, com 2.932 pontos, 1.307 a mais do que o segundo colocado, HTC One X.

Para medir o processamento para jogos, passamos ele pelos testes do 3DMark, e ele zerou os dois primeiros, ficando com 17.536 pontos na versão Unlimited, pouca coisa melhor do que o Note III, da Samsung. No Epic Citadel, que mede o FPS com a engine Unreal, o Z Ultra bateu os 54.9 fps em qualidade Ultra Alta.

Não é preciso dizer que, com o processador mais rápido do mundo móvel, ele não falhou em uma tarefa sequer. Testei diversos jogos pesados como Frontline Commando: D-Day, Modern Combat 4, Asphalt 7, Shadowgun: DeadZone e outros, e ele rodou como se fosse um desktop rodando um jogo. Liso e sem tropeços.

Para os afazeres do dia-a-dia, também não houve problemas. Ligue quantos aplicativos quiser, escute música, navegue na internet, tudo ao mesmo tempo. Seu único revés é a temperatura, que em um aparelho tão fino, feito todo de vidro e com pouco espaço para liberar calor, pode ser facilmente notada a partir de 15 minutos de jogo pesado.

Sistema operacional e usabilidade

A versão do Android no Z Ultra é a 4.2.2 Jelly Bean, que não é a mais atualizada (o Galaxy Note III já vem com a 4.3), mas que também não apresenta qualquer prejuízo para o usuário. Com processamento robusto, o Z Ultra certamente está qualificado parareceber atualizações.

É possível perceber que a Sony se preocupou em manter o Android com as devidas proporções visuais no Z Ultra. Assim, não há discrepâncias, e a interface é mostrada de forma harmoniosa. A modificação da empresa é chamada de Experience Flow, e deixa o Android com uma cara mais séria. Os ícones e letras são menores, o visual em si é mais sóbrio, com ícones cheios de detalhes, realistas.

No geral, os fundos são escuros e ligeiramente texturizados, o que ajuda na leitura das letras pequenas. As contas dos serviços mais famosos (como Facebook, Evernote, Google e Twitter) ficam nas configurações, como pede o padrão do Android. A barra de notificações possui atalhos para conexões e ações, mas é bem mais discreto do que os que a Samsung apresenta, por exemplo.

São quatro atalhos personalizáveis na barra de notificações, e nas configurações é possível colocar mais ou menos deles, cada um ocupando uma fileira na tela. Caso você perca seu aparelho, no my Xperia você pode localizar, bloquear e excluir dados do Z Ultra. Na área de aplicativos, deslizar o dedo de fora para dentro pelo lado esquerdo revela um menu onde você decide qual a ordem dos apps, obtém novos, busca e desinstala.

Z Ultra roda Android 4.2
Stella Dauer
Z Ultra roda Android 4.2

Na home, realizar o movimento de pinça mostra o gerenciamento de janelas, e permite trocar o tema, papel de parede e editar apps e widgets que lá ficam. No botão que mostra os apps ligados, também encontramos mini aplicativos, que quando acessados ficam ligados por cima dos outros, como um pop up.

Com o One-touch e o NFC, a Sony traz conexões rápidas para aparelhos da marca. Basta encostar em acessórios e outros produtos que contenham as tecnologias, como caixas de som, fones de ouvido, TVs, hubs e outros aparelhos, que tudo funciona.

Na tela de bloqueio, basta deslizar o dedo de cima para baixo (ou vice-versa) para desbloquear a tela. Mas também há dois botões, um de música e um de foto, que quando arrastados para as laterais abrem o Walkman ou a Câmera. Se você estiver tocando música, a tela de bloqueio exibe um pequeno e útil player.

Aplicativos

Com nada mais que 55 aplicativos na memória, o Z Ultra vem um pouco recheado demais, ocupando alguns gigabytes com apps que poderiam ser posteriormente baixados, se fosse do desejo dos consumidores. T

Entre os apps de terceiros incluídos pela Sony estão NeoReader (leitor de QR Code), Facebook, OfficeSuite, File Commander, WhatsApp, LinkedIn, Twitter, Evernote, Bejewled 2, e Jogos Gameloft (lojinha de jogos da marca).

Da própria Sony, há Walkman, Álbum, Filmes, Sony Select (sugestão de apps), Backup e recuperação, Update center, Blog Sony Xperia, TrackID, Campo Sony, Socialife (agregador de redes sociais), TV Digital, Xperia Privilege (acesso a ofertas e outras coisas da Sony), Xperia Lounge (conteúdo), Smart Connect (permite a programação de ações com alguns gatilhos, como conectar o fone de ouvido) e o TV SideView, que controla outros produtos Sony pelo celular.

Para aproveitar a grande tela e a sensibilidade a vários tipos de materiais, o app Rascunho traz telas para desenho, possibilidade de brincar com fotos e diversas figuras, ícones e outros acessórios para modificar as imagens.

Câmera

Com 8 megapixels, ela não é a câmera mais poderosa do mercado, embora tenha mostrado boa qualidade. Traz foco automático, geolocalização, HDR e só deixa faltar um botão dedicado para a foto ou filmagem. Como é à prova d'água, não é possível usar a tela de toque com líquidos e por isso, para começar a filmar ou fotografar, é preciso apertar o botão antes de entrar na água.

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O sensor Exmor RS da Sony faz um bom trabalho. Em boa luz, as fotos têm cor vibrante (às vezes até demais) e mantém boa acuidade, qualidade e nitidez. Apesar de ficarem bem granuladas, as duas câmeras capturam muito bem em situação de pouca luz, mantendo bem as cores e nitidez. O zoom digital é bem detalhista, mas destrói a imagem, infelizmente.

Câmera do Z Ultra tem 8 megapixels
Stella Dauer
Câmera do Z Ultra tem 8 megapixels

São vários modos de foto. O já conhecido Sweep Panorama (faz boas fotos panorâmicas arrastando o smartphone pela imagem), Normal, Sequencial, Efeito Foto (9 diferentes), Cenas (17 diferentes) e o Superior Auto, que além de escolher os melhores ajustes, também ativa o HDR e a redução de ruído quando necessário.

É possível ajustar modo de foco por toque, geolocalização, ISO, valor de exposição, estabilização, equilíbrio de branco, medição e outros. Ajustando o Início Rápido você pode escolher o comportamento do botão para fotos que, mesmo com a tela bloqueada, já pode iniciar uma foto, vídeo ou apenas a interface.

A filmadora tem boa qualidade, ainda mais de áudio, levando em consideração os dois microfones com cancelamento de ruído, que gravam em estéreo. Ela captura em Full HD (1080p) a 30 fps, com a possibilidade de usar o HDR, e realizar diversos ajustes, inclusive a ativação da estabilização de vídeo.

A câmera frontal tem 2 megapixel, e conta com boa qualidade. Faz fotos interessantes em pouca luz e se mostrou satisfatória para conferências em vídeo.

Música e mídia

A saída de som externa, para músicas, não é boa. Pequena, ela não é muito alta e é um pouco abafada. A tecnologia ClearAudio+ para jogos melhora um pouco a situação em games. Mas o usário precisa tomar cuidado para,não tampar a saída de som com a mão enquanto joga.

Com o fone que acompanham o Ultra, a coisa fica bem melhor. Com ótimo estéreo, profundidade de som e bons graves e agudos, ele não precisa ser substituído, e traz boa fidelidade. Há ajustes de surround, equalização e até um aumento de graves. Ele conta com os ajustes xLOUD e Clear Phase, para melhorar a qualidade.

O Walkman, player de música, é bem completo. A interface é bonita, e ele conta até mesmo com um visualizador, que passa imagens aleatórias enquanto a música toca. Por meio do serviço do Gracenote, ele também baixa informações e capa das músicas. Há rádio FM.

Tanto para jogos como para vídeos, a tela é maravilhosa. Tem o tamanho ideal, é widescreen e o peso leve do Ultra faz com que ele seja fácil de ser carregado. As molduras laterais com o aparelho na horizontal evitam toques errados, e o som é ideal para esses usos.

Há ainda a TV Digital, função exclusiva do modelo brasileiro, uma vez que a Sony percebeu que no nosso mercado não haviam smartphones mais tops com televisão. Pelo padrão 1Seg, ele passa TV digital e reconhece diversos canais. Não precisa de antena, e por isso pode não pegar muito bem em ambientes fechados.

Bateria e armazenamento

A bateria é um dos incríveis itens desse peculiar aparelho. Com uma tela tão grande e processamento tão forte, o normal seria esperar que em menos de 6 horas teria de recorrer à tomada. Mas o resultado foi justamente o contrário, com mais de dois dias sem recarga.

O testei foi feito em uso moderadamente intenso, com direito a ligações, WiFi e push mail ligados o dia todo, GPS, Skype ligado, navegação na internet, redes sociais, mensageiros instantâneos, downloads, jogos pesados e o uso normal. Ainda assim, foram 50 horas de bateria.

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Uma hora de jogo pesado com WiFi consome aproximadamente 15% da bateria. Já o 3G é mais guloso, e se deixado ligado juntamente a uma tarefa pesada, a bateria será sugada em 5 ou 6 horas de uso contínuo.

Com uso mais reduzido, podemos calmamente passar de três ou quatro dias. O modo Stamina ajuda ainda mais nisso: ele modifica alguns comportamentos do aparelho, e entre os recursos dessa função temos um em que a conexão WiFi só se mantenha ligada quando há uma rede conhecida ao alcance e quando a tela está ligada. Outro mantém a rede de dados desligada enquanto a tela está apagada.

No armazenamento, nada de diferente, mas suficiente. São 16GB de espaço, dos quais 11.8GB estão disponíveis para o usuário. Com esse espaço, consegui instalar todos os apps que eu uso, mais 11 jogos de bom desempenho.

Para músicas, filmes e outras mídias, há slot para cartão de memória microSD, aumentando o armazenamento em mais 64GB, se for o caso.

O que vem na caixa

A Sony traz pouca coisa na caixa. Além do Z Ultra, encontramos carregador de viagem, cabo USB, fones de ouvido intraauriculares, borrachas protetoras de diferentes tamanhos e um guia rápido.

Para o Brasil, a Sony trará também dois acessórios muito legais. Um deles é um fone de ouvido sem fios, bem compacto. Uma base fica presa na camisa ou outro local, enquanto fones normais podem ser fixados a ele. Isso evita que você tenha que atender um aparelho gigante em locais onde não gostaria de fazer isso.

Mas esse fone Bluetooth tem mais coisas legais. Para conectá-lo, basta encostar na traseira do Z Ultra, através do NFC (mas também aceita Bluetooth). Ele também serve como mini telefone, e pode ser atendido, e tem rádio FM.

Seu corpo é à prova de respingos de água e é também um display que mostra informações de músicas, além de emails e chamadas perdidas. Ele serve em diversos aparelhos da Sony, até notebooks.

Outro acessório, mais simples, é um dock de carregamento, que funciona por indução magnética, sem a necessidade de usar a conexão microUSB. Ele também deixa o Z Ultra em uma posição mais confortável em uma mesa.

Para quem é

No mínimo, o Z Ultra é para quem não tem problemas em atender aparelhos enormes. Além disso, ele é a transição perfeita entre o smartphone e o tablet. Se você não quer carregar dois aparelhos por aí, o Z Ultra reúne o que de melhor há nos dois tipos de gadget, e pode te fazer feliz.

O preço não é convidativo, nem no Brasil e nem no exterior, mas é preciso levar em conta seu poderosíssimo processamento. Seu desafiante mais próximo é o Note 3, recém chegado ao Brasil, mas se levarmos em conta o design, o phablet da Samsung perde feio.

Como centro de mídia ele é ótimo, para jogos pesados também. É bom para leituras diversas e tem boa câmera. Quem quer o melhor do processamento móvel atualmente, não poderá ver outra escolha.

Ficha técnica

Sony Xperia Z Ultra C6802

Preço: R$ 2.300
Configuração: Tela de 6,4 polegadas com resolução Full HD (1080 x 1920), sistema Android 4.2.2 Jelly Bean, processador Qualcomm MSM8274 Snapdragon 800 quad-core Krait 400 de 2.2GHz, 2 GB de RAM, 3G/4G, 16 GB de armazenamento interno, câmera de 8 megapixels, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac dual band, WiFi hotspot, NFC, Wi-Fi Direct, DLNA, GPS com A-GPS e GLONASS, Bluetooth 4.0.
Dimensões: 18 x 9.2 x 0.65 cm
Peso: 212 gramas
Autonomia de bateria: Até 25 horas em stand-by / Até 8 horas em conversação e internet
Itens inclusos: aparelho, guia rápido, carregador de viagem, fones de ouvido, borrachas para os fones e cabo USB.

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