10 dicas para usar o smartphone com segurança
Bateria que acaba rápido demais e conta de celular mais cara que o normal podem ser sinais de que seu aparelho foi infectado
- Monitore a bateria do seu aparelho. Caso ela acabe mais rápido que o normal, é possível que um aplicativo esteja rodando em segundo plano (e talvez enviando seus dados para um cibercriminoso);
- No caso dos usuários de iPhone, destravar o aparelho no processo conhecido como "jailbreak" torna o sistema operacional mais suscetível a ataques, inclusive, devido à instalação de aplicativos desaprovados pela Apple;
- Pesquise os aplicativos e a reputação dos desenvolvedores na web antes de instalar um aplicativo no smartphone seja qual for a plataforma;
- Analise sua conta de celular todo mês em busca de gastos incoerentes com o uso. Alguns vírus e worms roubam dinheiro dos usuários por meio do envio de mensagens (SMS) ou ligações para números de promoções falsas, que geralmente cobram preços altos e repassam o dinheiro para o cibercriminoso;
- Não instale aplicativos que parecem trazer recursos inovadores ou inéditos sem checar antes a procedência. Um exemplo bastante comum são aplicativos com conteúdo erótico que prometem fotos de celebridades nuas;
- Se um aplicativo pedir para acessar informações (como geolocalização) ou controlar recursos do aparelho (envio de mensagens SMS ou acesso a lista de contatos), desconfie;
- Desligue a rede Bluetooth do aparelho enquanto não estiver usando-a para transferir arquivos. Diversos tipos de ataques instalam vírus em dispositivos móveis por meio de vulnerabilidades desses tipos de rede;
- Mesmo ao navegar na web a partir do celular, sempre verifique se o site acessado é verdadeiro. Assim com no computador, sites falsos tentam roubar informações dos usuários, como dados de acesso a contas bancárias;
- Apesar das frequentes atualizações liberadas pelos fabricantes de sistemas operacionais, principalmente o Android, mantenha seu aparelho atualizado. Entre novos recursos, essas atualizações sempre resolvem pequenas falhas de segurança que podem ser exploradas pelos cibercriminosos.