Novos recursos da rede social podem ser lançados na quinta-feira, durante a conferência anual para desenvolvedores

Usuários do Facebook poderão ver músicas e vídeos a partir de seu perfil na rede social
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Usuários do Facebook poderão ver músicas e vídeos a partir de seu perfil na rede social
O Facebook pode apresentar na quinta-feira, durante a F8, conferência anual para desenvolvedores que será realizada em São Francisco (EUA), uma nova plataforma de compartilhamento de músicas e outros conteúdos multimídia. De acordo com fontes do jornal The New York Times , o novo recurso permitirá que as pessoas compartilhem com os amigos suas músicas, programas de TV e filmes favoritos.

A equipe do Facebook ainda não revelou como o serviço funcionará, mas as fontes do jornal acreditam que o serviço tornará os perfis dos mais de 750 milhões de usuários em "hubs de entretenimento". Os links que aparecem no feed de notícias do usuário permitirão que ele assista o conteúdo a partir de sua própria página na rede social.

Para oferecer o serviço, o Facebook teria firmado parcerias com diversas empresas para permitir que as pessoas acessem qualquer conteúdo de entretenimento a partir de seu perfil na rede social. Entre elas, estão os serviços de música Spotify, Rhapsody e Rdio, mas as fontes afirmaram ao jornal que cerca de 10 empresas de conteúdo participarão do lançamento do novo recurso. As empresas mencionadas não comentaram o lançamento.

Nos meses anteriores à F8 do ano passado, rumores apontavam que o Facebook lançaria uma integração com serviços de streaming de músicas , o que não aconteceu. Na época, fontes especulavam que o perfil do usuário ganharia uma aba chamada "Música", por onde acompanharia toda a atividade dos amigos em relação ao tema. Além disso, a rede social ganharia um player de música.

Recursos sociais

Empresas como Spotify e Rhapsody já possuem recursos permitem compartilhar o que o usuário está ouvindo em redes sociais. A primeira empresa oferece serviço de música gratuito, remunerado por meio de exibição de publicidade, e uma versão paga que, nos Estados Unidos, custa US$ 5 a US$ 10 (versão se publicidade). Já a segunda empresa oferece apenas o serviço pago, que custa entre US$ 10 e US$ 15, mas livre de anúncios.

Apesar da possível investida como parte da plataforma multimídia do Facebook, os investidores estão preocupados com o tipo de usuário que o Facebook pode atrair: pessoas que apenas se interessam em ouvir música de graça por meio de streaming. Segundo o jornal, isso pode dificultar o trabalho dos serviços que oferecem apenas experiências pagas.

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