Office da nuvem é lançado oficialmente em 38 países. Brasil, em um primeiro momento, fica de fora


Por Rodrigo Ghedin, do WinAjuda.com

Tido como o Office da nuvem, o Office 365 é, de longe, uma excelente opção de baixo custo para pequenas e médias empresas que queiram sair da informalidade e, de quebra, usufruir de alguns serviços que, de outra forma, custam bem caro.



Em testes desde outubro do ano passado, ontem, enfim, a versão final do Office 365 foi apresentada, pelo próprio Steve Ballmer, CEO da Microsoft, em Nova Iorque. Além da remoção da etiqueta Beta, o serviço, de imediato disponível em 38 países infelizmente o Brasil não figura entre eles.

Com a versão final foram revelados, também, os preços dos diversos planos existentes. O mais básico, destinado a pequenas empresas e profissionais liberais, custa US$ 6 por mês, e além do acesso aos aplicativos web do Office Web Apps, dá direito ao Share Point Online, comunicação via Microsoft Lync e email via Exchange Online, com 25 GB de espaço, protegido pelo Forefront Online Protection.

Já os planos classificados como Enterprise, para empresas de médio porte, são quatro e os preços variam de US$ 10 a US$ 27 por mês por usuário. A partir do plano E3 (US$ 24 por mês), os usuários ganham direito de ter uma cópia local do Office 2010 Professional Plus. No E4 (US$ 27 por mês), a cereja do pudim são recursos corporativos de comunicação por voz para substituir ou enriquecer centrais PBX.

Ainda existem dois planos para quiosques, esses os mais simples, por US$ 4 ou US$ 10 ao mês. São bem limitados e pensados para terminais compartilhados, como os de lojas de departamentos ou profissionais sem mesa. Por fim, instituições de ensino podem tirar proveito do Office 365, com planos criados sob medida para suas necessidades praticamente um complemento ao live@edu.

Todas as informações estão no site oficial .

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