Empresa foi integrada totalmente ao Rhapsody, serviço de compartilhamento de músicas, também apenas disponível nos Estados Unidos

O Napster, serviço pioneiro de compartilhamento de músicas por meio da internet lançado em 1999, deixou de funcionar hoje, depois de ser totalmente integrado ao Rhapsody, serviço de streaming de música. O serviço, criado por Shaw Fanning e Sean Parker, empreendedores do Vale do Silício nos Estados Unidos, foi comprado pela Rhapsody (uma empresa vinculada à Best Buy) em outubro de 2011.

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Trata-se da segunda vez que o Napster sai do ar. Ele nasceu como um serviço de troca de arquivos de músicas no formato MP3 por meio de redes ponto-a-ponto (peer-to-peer) - que permitem que todos os usuários conectados façam o papel de servidor de arquivos e clientes - mas foi obrigado a parar de funcionar em 2001, depois de enfrentar diversos processos de gravadoras e músicos.

Em 2003, o Napster voltou a funcionar depois de uma reestruturação interna, quando se transformou em um serviço de download de músicas legalizado. Depois de alguns anos de operação, apenas nos Estados Unidos, o serviço foi comprado por analistas por uma quantia não revelada. Analistas de mercado acreditam que o valor da transação girou em US$ 121 milhões.

Com a total integração com a nova empresa, a marca Napster desaparecerá e todos os usuários deverão criar uma nova conta no serviço Rhapsody. De acordo com o site do Napster, seus usuários atuais terão um período de 14 dias para testar o serviço gratuitamente. Depois, terão que pagar uma parcela mensal de US$ 10. O Rhapsody também está disponível para uso apenas nos Estados Unidos.

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