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Mulheres e homens interessados devem se cadastrar em uma lista VIP para ter acesso ao novo app antes do relançamento

Fora do ar desde 2014 após uma série de polêmicas, o aplicativo Lulu está de volta com várias mudanças no seu funcionamento
Reprodução
Fora do ar desde 2014 após uma série de polêmicas, o aplicativo Lulu está de volta com várias mudanças no seu funcionamento

Aplicativo de avaliação de homens, o Lulu está de volta ao Brasil, mas com algumas mudanças. O aplicativo, que gerou polêmica ao permitir que mulheres avaliassem os homens com quem já saíram sem o aval desses, retorna em uma nova versão.

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Por enquanto, é possível apenas entrar na lista VIP para ter acesso antes da chegada oficial em VIP.onlulu.com . Segundo assessoria, o app estará "em breve" nas lojas de aplicativos como Apple Store e Google Play, do Android.

O Lulu será relançado no Brasil com novas funcionalidades para mulheres e também para os homens. Agora, elas poderão flertar com os mais bem votados e fazer o primeiro contato sem risco de rejeição via chat. Além disso, elas também poderão trocar ideias entre si sobre sexo e relacionamento.

Pela primeira vez, os rapazes vão poder acessar o Lulu e ver sua avaliação. Eles também poderão saber quem são suas admiradoras secretas e flertar com aquelas que gostaram dele via chat. Para evitar as polêmicas que tiraram do ar o aplicativo no passado, só homens cadastrados poderão ser avaliados e ter acesso a esses novos recursos.

Uma das principais novidades é que o perfil do Lulu não é mais vinculado ao Facebook. Os usuários só poderão se conectar ao aplicativo através de seus números de celular.

O cadastro na lista VIP pede apenas e-mail e número do celular. Logo após se inscrever, o usuário recebe uma mensagem para que compartilhe a novidade e "suba na lista" VIP. Quanto mais compartilhamentos, mais rápido o usuário vai ter acesso.

Entenda o caso

Quando chegou, em novembro de 2013, o Lulu alcançou o topo na lista de downloads na AppStore brasileira. As mulheres visitaram o aplicativo mais de 5 milhões de vezes, retornando a ele, em média, nove vezes por dia. As visualizações de perfis ultrapassaram a marca de meio bilhão no total. Homens também frequentaram o app: mais de meio milhão de homens se inscreveram para ter seu perfil avaliado. 

Porém, alguns homens ficaram incomodados de ter seus perfis avaliados sem permissão e levaram o aplicativo à Justiça. Por usar dados de usuários sem autorização, por meio do Facebook das mulheres que se cadastraram no aplicativo, o Lulu foi obrigado a sair do ar e das lojas de app ainda no início de 2014.

A fundadora e CEO do Lulu, Alexandra Chong, explicou a ação de retorno: “O Lulu teve um sucesso tremendo no Brasil e provou a existência de uma demanda gigantesca por um serviço que agregue inteligência aos encontros românticos. Nós reconstruímos o app com uma série de funcionalidades incríveis para homens e mulheres e estamos extremamente empolgadas em trazer o Lulu de volta ao Brasil”.

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