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Kaspersky Lab adicionou a lista de sites não confiáveis da Fundação Procon à sua rede de proteção na nuvem

Proteção no SafeBrowser em ação: bloqueio a sites falsos
Divulgação
Proteção no SafeBrowser em ação: bloqueio a sites falsos

Para empresas de segurança, a Black Friday dá início à temporada de compras de final de ano e também de ataques maliciosos, uma vez que aumenta bastante o número de pessoas que fazem compras online. Para facilitar a vida de seus usuários, a Kaspersky Lab adicionou a lista de sites não confiáveis da Fundação Procon à sua rede de proteção na nuvem – a KSN (Kaspersky Security Network). 

Criada em 2011, a lista conta atualmente com quase 500 e-commerce que não merecem a confiança dos consumidores e é atualizada regularmente pelo órgão de proteção e defesa do consumidor, que adiciona sites denunciados pelos internautas, que receberam notificações do Procon e que não responderam ou não foram encontrados.

O bloqueio a estes sites está presente em todos os produtos da Kaspersky Lab, inclusive no Safe Browser, um navegador seguro gratuito para todas as plataformas móveis, iOS , Android  e Windows Phone . “Sites falsos de e-commerce são um grande problema na internet brasileira”, afirma o analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil, Fabio Assolini. “Os golpistas têm duas maneiras de agirem: criam sites desconhecidos, mas com preços muito atraentes para atrair compradores, e uma vez feita a compra, nunca entregam o produto; ou clonam páginas de varejistas conhecidos, com o objetivo de clonar os cartões de crédito. Os dois ataques costumam aumentar bastante no fim do ano”, alerta o analista. 

Segundo o analista, que acompanha de perto a movimentação, os fraudadores conseguem registrar um domínio falso e publicar uma página maliciosa em poucos minutos. Além da tecnologia, o analista de segurança da Kaspersky faz um contínuo monitoramento dos domínios registrados no Brasil: em alguns casos, o conteúdo do site ainda não foi publicado, mas ainda é possível realizar o bloqueio. “Avaliamos os dados públicos conhecidos como “whois” e verificamos quem é o dono do novo domínio que está usando nomes de marcas conhecidas no País, como bancos, varejistas ou empresas de cartões de crédito. Nesses casos fazemos o bloqueio proativamente, antes mesmo do golpe começar a circular”, explica o analista.

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