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Emirados Árabes distribuíram US$ 1 milhão em prêmios

Luke Bannister, 15 anos, piloto britânico da equipe do Reino Unido
Reprodução/Facebook
Luke Bannister, 15 anos, piloto britânico da equipe do Reino Unido

Luke Bannister, um piloto inglês de 15 anos, ficou em primeiro lugar no World Prix Drone, um novo concurso cujo objetivo é tornar o vôo de drones mais comum em todo o mundo promovido pelos Emirados Árabes. A equipe de 43 pessoas chamada Tornado X-Blades Banni de Somerset, no Reino Unido, levou para a casa o prêmio de US$ 250.000 – quase R$ 1 milhão –, parte do US$ 1 milhão – cerca de R$ 3,7 milhões – em prêmios entregues na edição inaugural que aconteceu em Dubai nos dias 11 e 12 de março.

Segundo informações da AP , o ministro dos Emirados Árabes aproveitou a ocasião para anunciar a primeira edição do World Future Sports Games, ou Jogos Mundiais dos Esportes do Futuro na tradução literal, previsto para dezembro de 2017. Além de vôo de drones, a ideia é que existam outras modalidades futurísticas do tipo como natação e luta entre robôs, corridas de carro autônomo, entre outros. 

Tudo foi levado muito a sério na primeira edição do evento: os quatro pilotos competiram sentados em assentos ao estilo corrida, usando macacões de piloto de Fórmula 1, e com os olhos cobertos por um óculos que transmitia as imagens da câmera colocada dentro do seu respectivo drone. Os aparelhos voadores administrados por controle remoto precisavam completar 12 voltas no circuito de quase 600 metros montado próximo dos pilotos. Como qualquer corrida, os drones também tiveram problemas e até mesmo que fazer um pit-stop, no caso, para mudar de bateria. Vencia o mais rápido, é claro.

A reportagem da AP ressalta que ainda que os Emirados Árabes estejam provendo a competição, a proliferação de pilotos amadores de drones já causou problemas por lá também. O Aeroporto Internacional de Dubai, o mais movimentado do mundo para viagens internacionais, viu drones invadirem seu espaço aéreo e até mesmo terem vôos interrompidos. Desde fevereiro, os proprietários de aviões não-tripulados foram obrigados a se registrar na Autoridade de Aviação Civil Geral dos Emirados Árabes Unidos. As autoridades também proibiram amadores de colocar câmeras ou lasers em seus drones.


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