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Em dezembro de 2015, modelo de cobrança registrou queda de 2,2%; no mesmo intervalo, planos pós-pagos cresceram 18%

smartphones, pessoas, genérica
Thinkstock/Getty Images
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Os planos pré-pagos de celulares têm perdido espaço entre os brasileiros. Em dezembro de 2015, o modelo registrou queda de 2,2% no número de linhas em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo estudo elaborado pela Kantar Worldpanel. Nesse mesmo intervalo, os planos pós-pagos registraram alta de 18% e os planos controle cresceram 11%.

O levantamento também apontou que, em dezembro de 2015, os telefones pré-pagos respondiam por 74,5% da base de linhas no País. No mesmo período de 2014, o índice era de 77,2%. A base atual de celulares pré-pagos representa 98,1 milhões de linhas, contra 100,1 milhões de linhas, em janeiro de 2013.

Segundo o levantamento, uma dos razões que explicam a retração nos números pré-pagos é o uso de serviços que utilizam dados móveis, nem sempre bem atendidos em planos pré-pagos. As práticas que mais cresceram no último ano envolvem serviços de mensagens instantâneas (28%), uso de redes sociais (27%) e navegação na internet (24,2%).

De acordo com a Kantar Worldpanel, as classes C e DE foram as principais responsáveis pela diminuição dos números de pré-pagos. Entre as mudanças das linhas, 57% migraram para planos controle e 43%, para planos pós-pagos.

Outro motivo é a diminuição dos dual chips, prática de usar mais de uma operadora para aproveitar as melhores tarifas entre celulares da mesma operadora. Em 2013, 21% dos usuários de celular possuíam dual chip. Atualmente, o número representa cerca de 17%.

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