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Com versões em branco e preto, o aparelho de tela HD de 4,7 polegadas será vendido no site da empresa em 7 de julho

A espera acabou: o primeiro aparelho da Xiaomi no Brasil chegou e já tem nome: é o Redmi 2. O smartphone tem tela HD IPS de 4,7 polegadas (1.280x780, com 312 ppi), 9.4 mm de espessura e 133 gramas chega no País para competir pela atenção, e principalmente, pelo bolso do usuário brasileiro. Com versões em branco e preto, o celular custará R$ 499 à vista e será vendido apenas no site da empresa a partir do dia 7 de julho. Parcelado, o produto sai por R$  549. Para comprar, é preciso anter se registrar pelo site da Mi Brasil .

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O anúncio foi feito pelo vice-presidente de expansão, o brasileiro Hugo Barra, conhecido por sua passagem pelo Google, mais especificamente pelo time de Android. O evento de lançamento aconteceu na manhã desta terça-feira (30) para centenas de fãs, os Mifãs, no Theatro NET, no shopping Vila Olímpia, em São Paulo. Uma segunda sessão para aqueles que não conseguiram fazer parte da primeira foi agendada para às 15h.

Feito em policabornato, o Redmi 2 tem cantos arredondados e uma traseira com textura microgranulada fosca, resistente às marcas de dedo e de gordura.  Intermediário, o aparelho é relativamente novo, lançado em janeiro deste ano.

O processador é um Qualcomm Snapdragon 410 quad-core com 1.2 Ghz, 1 GB de RAM e 8 GB de memória de armazenamento, expansível até 32 GB com cartão MicroSD. O celular é dual chip e compatível com a rede 4G  e 3G. 

A câmera traseira é de oito megapixels com abertura de f. 2.2 e possui iluminação traseira (BSI) para um maior desempenho com pouca luz à noite. Já a câmera frontal é de dois megapixels, capaz de fazer vídeos em 720p HD e que conta com a função Beautiful, que aplica 36 filtros inteligentes, dependendo da idade e do gênero.  

A bateria é de 2265 mAh e o celular possui a tecnologia Quick Charge 1.0, que acelera a recarga em 20%. O Redmi 2 utiliza ainda dois microfones de silício que cancelam ruídos.

O aparelho roda o MiUI 6, interface desenvolvida pela Xiaomi em cima do Android 4.4. A customização é um dos grandes fortes da plataforma, que vem com alguns aplicativos e serviços próprios como o Mi Cloud, serviço de armazenamento na rede, anti-vírus, limpeza de sistema, controle de dados e de bateria.

Segundo Barra, a escolha pelo Redmi 2, um aparelho de nível intermediário foi estratégico para a chegada da Xiaomi no Brasil. O objetivo da empresa chinesa com o celular de R$ 499 é colocar "mais gente para dentro", oferecer um aparelho que em alguns quesitos se sai melhor do que um iPhone 6, por exemplo, mas que é acessível. 

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