Tamanho do texto

Em um bate-papo exclusivo promovido pelo iG Tecnologia com Mi fãs, o brasileiro que é vice-presidente de expansão da chinesa Xiaomi explica a opção pelo Redmi 2

Há duas semanas oficialmente no Brasil, a Xiaomi ainda dá o que falar. Depois de um lançamento que superou as expectativas (e também a lotação do espaço, levando a equipe brasileira a fazer duas sessões) no dia 30 de junho, em São Paulo, a fabricante ainda precisou lidar com um evento de vendas online conturbado no último dia 7 de julho. Reclamações de usuários que não conseguiram comprar seu Redmi 2 (R$ 499 à vista, R$ 549 parcelado) no site da empresa se espalharam pelas redes sociais.

De passagem pelo Brasil para o início das operações, Hugo Barra, brasileiro com passagem pelo Google que responde pelo cargo de vice-presidente de expansão da Xiaomi, topou conversar com o iG Tecnologia e com alguns Mi Fãs, como são conhecidos os fanáticos pela marca chinesa que já é a quinta maior fabricante de smartphones do mundo. Em um bate-papo descontraído, o executivo falou da chegada no Brasil, do apelido de "Apple chinesa", da amizade com os fãs, da MIUI, interface própria da empresa que roda em cima do Android, e do por quê de trazer o Redmi 2 e não outro aparelho para o Brasil.

*colaboraram Felipe Santiago e Giovane Soldera.

    Notícias Recomendadas

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.