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04/01 - 10:55hs

Bono quer maior controle antipirataria

Líder da banda irlandesa U2 cita o download ilegal de arquivos em seu top 10 para a próxima década.

Geek

O cantor irlandês Bono Vox pediu, este sábado, em uma lista de 10 ideias para os próximos 10 anos, um maior controle sobre a propriedade intelectual de arquivos da internet, alegando que a prática do compartilhamento ilegal prejudica principalmente os criadores de produtos culturais, como compositores e escritores.

A única coisa que protege as indústrias do cinema e da TV de acabarem com o mesmo destino dos arquivos musicais e dos sites de notícias é o tamanho dos arquivos, afirma o líder da banda U2 em um artigo para sua coluna no jornal americano The New York Times.

Ele acredita que “as leis imutáveis de largura de banda” mostram que a tecnologia está há poucos passos de permitir downloads de filmes inteiros em apenas alguns segundos, algo negativo em sua opinião.

O cantor afirma ainda que os esforços dos Estados Unidos da China para combater a disseminação da pornografia infantil na internet mostram que é perfeitamente possível rastrear o conteúdo disponibilizado online, destaca o site de notícias iAfrica.

O site TorrentFreak rebate os argumentos do cantor, dizendo que o crescimento do download não autorizado de programas de TV aponta que o público não encontra o que deseja nos canais oficiais, sendo o preço um fator importante, mas que os programas não precisariam necessariamente ser gratuitos.

O site afirma ainda que atender à demanda dos consumidores, a um preço acessível, deveria ser a meta da indústria de TV e cinema na próxima década, pois combater os arquivos na internet sufocaria não apenas os consumidores, mas também seus próprios negócios.

Já o site de notícias da CNET disse que o texto de Bono surpreende, pois a maioria dos artistas omite sua opinião sobre downloads ilegais por medo de perder fãs, como aconteceu com a banda Metallica em 2000, após seu baterista Lars Ulrich, ter comprado briga com o maior programa de compartilhamento de arquivos da época, o Napster. Até o momento, o único que “dava a cara a tapa” e participava da polêmica era o empresário da banda, Paul McGuinness.

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