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09/12 - 12:06hs

Fundador do Facebook doará parte de sua fortuna para caridade
Mark Zuckerberg segue passos de Bill Gates, fundador da Microsoft, e anuncia que doará mais da metade de seu dinheiro, mesmo após sua morte

Claudia Tozetto, iG São Paulo

Com apenas 26 anos de idade, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, decidiu doar parte de sua fortuna à caridade. Atualmente, ele é considerado um dos mais jovens bilionários do mundo, com uma fortuna estimada em R$ 11,7 bilhões (US$ 6,9 bilhões) pela revista Forbes.

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Por meio de um comunicado, Zuckerberg anunciou que participará de uma iniciativa chamada "Giving Pledge" que já tem membros como Warren Buffet e Bill Gates, fundador da Microsoft. Dessa forma, ele se compromete a doar mais da metade de sua riqueza à caridade, mesmo após sua morte.

"As pessoas esperam até o final de sua carreira para devolver. Mas porque esperar se existe tanto a fazer? Em uma geração de pessoas jovens que conseguiram sucesso em suas empresas, existe uma grande oportunidade para muitos de nós devolver isso mais cedo durante nosso tempo de vida e ver o impacto de nossos esforços filantrópicos", disse Zuckerberg no comunicado.

Esta não é a primeira vez de Zuckerberg na área de filantropia. No passado, ele já doou uma quantia não divulgada para a rede social aberta Diaspora, que se declara como totalmente diferente do Facebook. Além disso, ele já doou cerca de R$ 170 milhões (US$ 100 milhões) para o sistema de escolas públicas Newark.

Mais um processo

Enquanto lança sua primeira grande iniciativa de filantropia, Zuckerberg também terá que enfrentar mais um processo na justiça contra os irmãos gêmeos Tyler e Cameron Winklevoss. Os irmãos, que alegam que Zuckerberg roubou a ideia deles para construir o Facebook, já ganharam um primeiro processo contra Zuckerberg e levaram uma indenização de R$ 110 milhões (US$ 65 milhões).

Agora, num segundo processo, os irmãos alegam que Zuckerberg mentiu sobre o valor de mercado do Facebook durante o primeiro processo e, por isso, o valor da indenização deveria ser recalculado. A empresa, por outro lado, alega que não é obrigada a divulgar o valor real de mercado.


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