Fundador do Megaupload enfrenta processo de extradição para os EUA por conta de acusações sobre pirataria online, mas continua a esbanjar riqueza nas redes sociais

No início de 2012, o hacker alemão Kim DotCom, fundador do site de compartilhamento de arquivos Megaupload, teve sua vida de mordomias interrompidas por uma megaoperação da polícia da Nova Zelândia, onde mora, em conjunto com o Federal Bureau of Investigation (FBI). Depois de ter seus bens confiscados sob acusações de pirataria online, DotCom passou cerca de um mês na prisão até conseguir a liberdade condicional no final de fevereiro .

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De volta à sua mansão na Nova Zelândia, o executivo ficou um período em prisão domiciliar e, só algumas semanas depois, ganhou acesso a internet, quando voltou a exibir seus bens e pedir apoio aos internautas por meio das redes sociais Twitter e Instagram. Atualmente, os bens de Kim DotCom continuam "congelados", pois a Justiça quer impedir que o executivo fuja do país durante o julgamento de sua extradição para os Estados Unidos.

Se perder o processo, que deve terminar em março de 2013 , DotCom terá que responder pelas acusações de infração de direitos autorais, pirataria online e lavagem de dinheiro nos Estados Unidos. De acordo com o governo americano, os negócios do Megaupload relacionados à pirataria online de filmes e músicas já teriam alcançado a marca de US$ 175 milhões.

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