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Rede social espera que acordos sejam um incentivo para uma produção constante de vídeos de qualidade no Facebook Live

Média de pagamento é de US$ 350 mil, mas valor pode chegar a US$ 3 milhões
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Média de pagamento é de US$ 350 mil, mas valor pode chegar a US$ 3 milhões

O Facebook assinou acordos avaliados em mais de US$ 50 milhões para empresas de mídia e celebridades criarem vídeos que ajudem a impulsionar seu serviço de transmissões ao vivo, o Facebook Live. Segundo o The Wall Street Journal, a rede social assinou quase 140 acordos com veículos como CNN, The New York Times, Huffington Post, e famosos como o comediante Kevin Hart, o chef Gordon Ramsay e o jogador da NFL Russell Wilson.

A média de pagamento por contrato é de US$ 350 mil (cerca de R$ 1,1 milhão), mas o valor pode ser bem maior. Empresas como o Buzzfeed possuem acordo de pouco mais de US$ 3 milhões (ou R$ 10,2 milhões) para produzir vídeos ao vivo na rede social entre março de 2016 e março de 2017.

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A rede social acredita que os acordos sejam um incentivo para uma oferta constante de vídeos de qualidade até que um formato de monetização definitivo seja encontrado. "Nós temos um programa inicial para um número relativamente pequeno de parceiros que incluem uma ampla faixa de tipos de conteúdo de várias áreas ao redor do mundo", disse o vice-presidente de operações globais e parcerias com a mídia do Facebook, Justin Osofsky.

O Facebook tem investido bastante em transmissões de vídeos ao vivo. Diariamente, os usuários da plataforma assistem cerca de 100 milhões de horas de vídeo  em seus dispositivos móveis. As transmissões ao vivo recebem dez vezes mais comentários que vídeos gravados.

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"A melhor forma de contar histórias neste mundo – onde tanta informação chega até nós – é, na verdade, o vídeo", afirma a vice-presidente do Facebook para Europa, Oriente Médio e África, Nicola Mendelsohn, que comprova isso pelo engajamento dos usuários com o novo recurso.

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