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O parque será chamado de Biotic e terá capacidade para receber cerca de 1,2 mil empresas, com potencial de geração de mais de 25 mil empregos diretos

Rollemberg diz que o parque, que teve a lei de criação sancionada nesta terça-feira (10), vai gerar muitas oportunidades
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Rollemberg diz que o parque, que teve a lei de criação sancionada nesta terça-feira (10), vai gerar muitas oportunidades

A lei que regulamenta a criação do Parque Tecnológico de Brasília - Biotic foi sancionada nesta terça-feira (10) pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg. O Biotic terá capacidade para receber cerca de 1,2 mil empresas e potencial de geração de mais de 25 mil empregos diretos. Com foco em inovação e tecnologia da informação e comunicação, o empreendimento será gerido por um fundo de investimento.

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A área destinada ao parque que teve a criação aprovada por lei foi cedida pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). O terreno fica entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília e, com 1,2 milhão de metros quadrados, é avaliado em cerca de R$ 1,4 bilhão.

Rollemberg acredita que o parque será capaz de gerar muitas oportunidades. “Brasília tem grande vocação para a tecnologia da informação, biotecnologia e nanotecnologia. E essas áreas atuando juntas vão agregar muito valor à nossa produção, vão gerar muitas oportunidades e produzir muita riqueza para a população do DF”, disse.

De acordo com  o deputado Rodrigo Delmasso, vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo, a criação do parque gera grande ganho para a sociedade.

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“Hoje, o DF se sustenta prioritariamente com o serviço público. A abertura do Parque Tecnológico, principalmente com a instalação da biotecnologia e nanotecnologia, possibilita que Brasília mude sua matriz econômica e, com isso, a economia fique mais forte, ou seja, se daqui a dez anos existir outra crise como essa, a sociedade não vai sentir tanto a crise como estamos sentindo hoje”, disse Delmasso.

Isso também possibilita também uma mudança na formação profissional dos jovens segundo o deputado. “O mais interessante é que dá um norte à formação profissional dos nossos jovens. Brasília tendo um parque tecnológico com essa característica, acredito que as universidades e as escolas de ensino técnico vão voltar a formação dos seus alunos não só para o mercado de trabalho, mas para atender às demandas desse parque”, concluiu.

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O governo de Brasília sancionou a lei com a ideia de atrair desde startups até multinacionais, para aumentar a cooperação e a criação de negócios entre empresas, universidades e centros de pesquisa. As entidades representativas do setor de inovação participaram amplamente das discussões e colaboraram para a definição do novo modelo do parque.

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