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Rede social também espera que o usuário passe mais tempo na plataforma, já que o tempo gasto nela caiu em mais de 50 milhões de horas por dia; veja

Brasil Econômico

Quem produzir vídeo para o Facebook deverá ser remunerado com publicidade; confira
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Quem produzir vídeo para o Facebook deverá ser remunerado com publicidade; confira

Acha que está mais difícil ganhar dinheiro com o YouTube  ? Talvez a saída seja, então, começar a criar conteúdo para o Watch do Facebook. É isso mesmo, de acordo com o portal CNBC , a empresa de Mark Zuckerberg está planejando expandir o serviço de vídeos para rivalizar com a plataforma do Google.

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Segundo fontes do portal de notícias CNBC , a ideia do Facebook é permitir que os produtores de conteúdo subam os vídeos gratuitamente no Watch, e que a remuneração seja feita em cima dos anúncios apresentados nos vídeos. O ‘insight’ da rede social é uma resposta frente à nova política de pagamento do YouTube, que aumentou as exigências mínimas de remuneração.

Atualmente, nem todo mundo que cria para o Watch consegue receita. Isso porque o Facebook apenas oferece renda a algumas empresas de mídia com valores entre US$ 10 mil e US$ 500 mil, por vídeo.

Além de confrontar o YouTube, a rede social de Zuckerberg espera que a medida faça com que usuários passem mais tempo na plataforma, visto que, no último trimestre, a companhia informou que o tempo gasto na plataforma foi reduzido em mais de 50 milhões de horas por dia.

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Política de monetização do YouTube

No dia 16 de janeiro, o YouTube postou em sua própria plataforma as novas políticas de monetização . Na publicação, consta que os canais devem ter pelo menos mil inscritos e, no mínimo, quatro mil horas de visualização nos últimos 12 meses para serem remunerados na plataforma.

“Eles [novos parâmetros] nos permitirão melhorar significativamente a nossa capacidade de identificar criadores que contribuam positivamente para a comunidade, além de evitar que vídeos potencialmente inapropriados sejam monetizados, o que pode afetar as receitas de todos", explicou no anúncio.

O YouTube reconhece que essas mudanças afetam um número significativo de canais, mas não deixa de considerar, em nota, que 99% dos afetados fizeram menos de US$ 100 em 2017, sendo que 90% receberam menos de US$ 2,50 em dezembro. Será que o Facebook vai conseguir bater o gigante de vídeos?

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