STF tira do ar site Fui Vazado, usado em consultas de vazamento de dados
Rafael Arbulu
STF tira do ar site Fui Vazado, usado em consultas de vazamento de dados



Nesta quinta-feira (18), o Procon-SP informou que a Serasa Experian respondeu aos questionamentos realizados em 28 de janeiro sobre o mega vazamento dos dados pessoais de mais de 223 milhões de brasileiros . A Serasa é uma das suspeitas da origem do banco de informações.

A empresa afirmou que segue investigando o caso e que "não há nenhuma indicação de qualquer invasão em seus sistemas".

A exposição de dados em agosto de 2019, revelados em janeiro deste ano, inclui informações como nome, CPF, fotografia, salário, renda, nível de escolaridade, estado civil, pontuação de crédito, endereço, entre outras informações.

A Serasa  disse que o tratamento dos dados, ou seja, a manipulação das informações (como coleta, transferência, utilização ou cruzamento) "pode ter diversas finalidades".

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O Procon-SP considera a resposta insuficiente "já que não há base legal para tratamento e uso de dados de forma indiscriminada, inclusive de pessoas falecidas".


Consequências 


O órgão de defesa ao consumidor afirmou que a Serasa não especificou as medidas técnicas e organizacionais adotadas para implementar a sua política de proteção de dados.

As respostas serão analisadas pela diretoria de fiscalização do Procon-SP, e poderá aplicar multa conforme o Código de Proteção e Defesa do Consumidor.

Já as sanções previstas pela Lei Geral de Proteção de Dados ( LGPD ) podem chegar a R$ 50 milhões.

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