Mark Zuckerberg aposta em Facebook com um “metaverso” e realidade virtual
Pedro Knoth
Mark Zuckerberg aposta em Facebook com um “metaverso” e realidade virtual

O Facebook informou que criará 10 mil novos cargos de alta qualificação na Europa nos próximos cinco anos, como parte do esforço do gigante da mídia social para  desenvolver um metaverso.

Em julho, o fundador e presidente-executivo da companhia, Mark Zuckerberg, começou a defender agressivamente o metaverso como uma visão para o futuro do Facebook e de toda a internet, onde os consumidores não apenas acessariam as plataformas da empresa, mas viveriam, trabalhariam e se divertiriam em seu mundo digital.

Os executivos do Facebook disseram que a iniciativa é um voto de confiança no setor de tecnologia da Europa e que eles querem ver a conclusão de um mercado único digital e estabilidade nos fluxos de dados internacionais.

O Reino Unido, porém, ficará de fora da iniciativa, devido ao Brexit, que marcou a separação dos britânicos da União Europeia. Os mercados-alvo para a contratação incluem a República da Irlanda, que ao contrário da Irlanda do Norte continua fazendo parte da UE, bem como Alemanha, França, Itália, Espanha, Polônia e Holanda.

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“Estamos ansiosos para trabalhar com governos em toda a União Europeia para encontrar as pessoas certas e os mercados certos para levar isso adiante, como parte de uma campanha de recrutamento em toda a região”, disseram os diretores no comunicado.

O termo “metaverso”, cunhado no romance distópico de 1992 “Snow Crash”, é usado para descrever espaços compartilhados imersivos acessados por meio de diferentes plataformas, onde o físico e o digital convergem. Zuckerberg o descreve como uma “internet incorporada”.

Em julho, a empresa informou que estava criando uma equipe de produto para trabalhar no “metaverso”, o Facebook Reality Labs. O termo também tem sido mencionado por executivos de outras empresas do Vale do Silício.

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