Mobile World Congress
Reprodução/Twitter
Mobile World Congress

Na entrada do maior evento de tecnologia do mundo, manifestantes ucranianos e espanhóis pediram que a Rússia seja, literalmente, desconectada da rede mundial de computadores.  Permaneceram durante todo o dia na porta principal do Mobile World Congress,  que acontece  esta semana em Barcelona de forma presencial.

Com cartazes com a inscrição "Cut Russia off, no tech for agressor" (Corte a Rússia, sem tecnologia para agressor), os manifestantes pediram que as empresas de tecnologia também iniciem boicotes ao país.

Uma das pessoas na manifestação pediu para que as companhias de tecnologia cortem os investimentos no país como forma de fazer Putin desistir da guerra.

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"A Rússia precisa ficar às escuras e desconectada do planeta. Não podemos mais deixar situações como essas ocorrerem", afirmou Katya Petersen Uhrík.

Um dos manifestantes lembrou que, em seis dias de guerra, já foram mortos ao menos 352 civis e 14 crianças.

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O presidente do Grupo Vodafone, Nick Read, e presidente da Telefónica, dona da Vivo, Jose Maria Alvarez-Pallete, comentaram sobre a situação da Ucrânia em suas apresentações no evento.

"Com o pano de fundo da guerra na Ucrânia, é uma conferência como essa que me lembra da importância de setores e comunidades globais como a nossa trabalhando para o avanço da sociedade" disse Read, acrescentando:

"Todos nós vamos ter que cavar muito fundo para superar esses desafios. Como indústria, é nossa obrigação fazer nossa parte e, por meio de nossa tecnologia, claramente temos muito a oferecer."

Alvarez-Pallete frisou a importância da ética no uso da tecnologia.

"A ligação entre o progresso material e o progresso ético foi borrada. Acontecimentos desconcertantes no início do século XXI, como o que está acontecendo agora na Ucrânia, nos lembraram que a tecnologia carece de valores."

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