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Divulgação/Uber
Uber passa a entregar mais do que alimentos


AUber foi muito afetado pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). Com a imposição do isolamento social, a empresa viu suas corridas diminuírem drasticamente, além de seu aplicativo de carona, o Uber Pool, ver sua demanda reduzir em até 70%. Pensando em reduzir seu prejuízo, a empresa anunciou o lançamento de dois novos serviços focados na entrega de objetos, e não pessoas: o Uber Connect e o Uber Direct.

Enquanto o Connect é um serviço de correio rápido, o Direct vai ser usado para entregas de lojas como farmácias e petshops. “Durante essa crise, procuramos novas maneiras de nossa plataforma ajudar a movimentar bens essenciais para empresas e consumidores, além de oferecer novas oportunidades de ganhos para os motoristas”, afirmou Dara Khosrowshahi, CEO da Uber. A empresa já anunciou um auxílio para os motoristas que precisarem.

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Os recursos estão disponíveis em apenas alguns países, como Portugal, Austrália, África do Sul, México e Estados Unidos. De acordo com a empresa, todas as entregas serão feitas sem contato para a ajudar a impedir a propagação do vírus, além de ocorrerem no mesmo dia do pedido.

Esta não é a primeira vez que a Uber tenta oferecer um serviço de entregas de objetos. Em 2015, a empresa lançou o UberRush para entregar encomendas. No entanto, o serviço nunca decolou, o que fez com que o foco fosse direcionado para o Uber Eats. Já este serviço deu tão certo que, no início de abril, lançou parcerias para entregar mantimentos e itens de lojas locais no Brasil , França e Espanha.

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