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Zoom
Unsplash/ Gabriel Benois
O aplicativo Zoom traz correções de falhas


Depois de muitas reclamações acerca da falta de segurança e privacidade implícitas a sua plataforma, o  Zoom admitiu seus erros quanto à proteção de dados dos usuários e tratou de anunciar uma atualização que deve passar mais credibilidade a quem precisa manter contato via videoconferência em meio à pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

De número 5.0, a atualização está sendo disponibilizada neste final de semana. A principal mudança está na implantação da criptografia AES-GCM de 256 bits, um dos tipos mais complexos do Padrão de Criptografia Avançada (AES, na sigla em inglês). Ainda que não seja uma criptografia de ponta a ponta, é melhor do que a anterior, cheia de falhas.

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Além disso, uma mudança na interface revela as opções de segurança sem que o usuário tenha que procurá-las em submenus nada intuitivos. A partir de um novo botão destacado na barra de menus das reuniões, as pessoas conseguirão interromper chamadas, remover participantes, restringir o compartilhamento de tela e, inclusive, denunciar outros usuários de forma simples e rápida.

Complexidade das senhas

Corporações poderão definir a complexidade das senhas para seus funcionários na plataforma. Enquanto isso, os administradores das chamadas terão liberdade para escolher de quais regiões do mundo os data centers das conferências serão enviados, visto que a informação de que o  Zoom estava sendo roteada da China causou preocupações, principalmente aos usuários estadunidenses.

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Vale ressaltar que para uma plataforma que passou de 10 milhões de usuários diários, em dezembro, para 300 milhões por dia, em abril, o Zoom agiu rapidamente para consertar seus erros.

Há alguns problemas que ainda devem ser ajustados, como a forma de atualização, que será manual em vez de executada over-the-air (OTA). Contudo, por ora, é preciso focar no que diz respeito à privacidade dos usuários.

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