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Em comunicado, o aplicativo que pertence ao Facebook se manifestou sobre a prisão do executivo Diego Dzodan

Comprado pelo Facebook, WhatsApp é um dos aplicativos de troca de mensagens mais populares do mundo e do Brasil
Divulgação
Comprado pelo Facebook, WhatsApp é um dos aplicativos de troca de mensagens mais populares do mundo e do Brasil

Segundo o WhatsApp, os dados solicitados pelo juiz de Sergipe não existem. No comunicado enviado a imprensa após a prisão do vice-presidente do Faebook para a América Latina Diego Dzodan, o WhatsApp repete o Facebook e reafirma que não possui os dados solicitados: "Estamos desapontados pela justiça ter tomado esta medida extrema. O WhatsApp não pode fornecer informações que não tem. Nós cooperamos com toda nossa capacidade neste caso, e enquanto respeitamos o trabalho importante da aplicação da lei, nós discordamos fortemente desta decisão”.

Em tópicos, o comunicado diz que o WhatsApp não pode comentar sobre esta investigação específica, e que "cooperou tanto quanto poderia, dada a arquitetura do serviço". "O WhatsApp não armazena as mensagens dos usuários. Nós apenas mantemos as mensagens até que elas sejam entregues. A partir da entrega, elas existem apenas nos dispositivos dos usuários que as receberam". 

Também no texto o WhatsApp explica que está mudando seu sistema de criptografia, tornando-o de ponta a ponta, o que significa que as mensagens dos usuários estão melhor protegidas dos criminosos virtuais. "Ninguém, nem o WhatsApp ou qualquer outra pessoa, pode interceptar ou comprometer as mensagens das pessoas. Isso significa que a polícia prendeu alguém com base em dados que não existem. Não podemos fornecer informações que não temos".

Por fim, a empresa reforça a separação de WhatsApp e Facebook muito embora o segundo seja do app desde o início de 2014: "O WhatsApp e o Facebook operam de forma independente, então a decisão para prender um empregado de outra empresa é um passo extremo e injustificado". 

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