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Empresas enxergam o pagamento móvel como tendência mundial; Samsung já possui 10 modelos de smartphones que atendem à tecnologia

Brasil Econômico

Você é daqueles que sai de casa sem a carteira, mas não sem o celular? Se a respostas é sim, comemore. Nesta semana em Barcelona está acontecendo o Mobile World Congress, e em uma das discussões do evento, especialistas e empresas têm se mostrados interessados em impulsionar o pagamento móvel.

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Empresas miram pagamento móvel: Esquecer a carteira em casa pode não ser mais um porblema nos próximos anos
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Empresas miram pagamento móvel: Esquecer a carteira em casa pode não ser mais um porblema nos próximos anos

De acordo com as empresas do setor, atualmente mais de 440 milhões de pessoas do mundo já realizam pagamento móvel para saldar compras ou serviços, e já deixam de lado seus cartões de bancos e o dinheiro em cédulas – que cada vez é menos utilizado – em casa.   

No Brasil, a principal aposta dos empresários é a tecnologia de aproximação - que é quando o cliente encosta o celular na máquina de cartão para realizar a transação após digitar a senha – uma vez que 60% dos estabelecimentos de comércio e serviços do País permitem esse meio de pagamento, segundo a Associação Brasileira Empresas Cartão Serviço (Abecs).

Uma das únicas dificuldades que a implementação do pagamento móvel pode enfrentar no Brasil é que apenas 5% dos celulares em uso no País possuem capacidade de substituir o cartão nas compras físicas.

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Empresas

Pensando nesse potencial não só no Brasil, mas no mundo todo, a Samsung, por conta do seu serviço de pagamento móvel: Samsung Pay, vem ampliando o número de modelos capazes de realizar os pagamentos. A marca já tem 10 modelos, que não saem por menos de R$ 2 mil.

A Samsung mirando esse mercado inclusive já fez parceria com o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Santander.

A América Móvil (dona da Claro), que acabou de fechar parceria com a PayPal para a América Latina tem como intuito que o consumidor utilize apenas um aplicativo para pagar as compras, no Claro Pay. A aposta das empresas são aplicativos populares e lojas e departamentos de serviços físicos.

As classes C e D têm sido miradas especialmente pela Telefónica, ao lado da rede Mastercard, que elaboraram a Zuum, uma joint venture que realiza transações bancárias como se fosse uma cota-corrente pré-paga. No serviço seria possível fazer a recarga de créditos, pagar contas e fazer transferências para outras pessoas.

Já imaginou um bilhete único no celular? É mais ou menos nisso que a Mastercard tem investido nos últimos tempos nos Estados Unidos. A proposta do Massabi é a mesma do cartão popular que funciona na Grande São Paulo (pagar ônibus, metrô e trem), mas com o detalhe da tecnologia do pagamento móvel.

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