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A fim de sair do convencional e caído "Feliz dia da Mulher", o Doodle fez uma homenagem a 13 mulheres que fizeram a diferença no mundo atual

Brasil Econômico

Nesta quarta-feira (8) o Google preparou uma das homenagens mais simpáticas para o Dia Internacional da Mulher. O Doodle, disponível para os usuários da plataforma online, narra as aventuras de uma garotinha que viaja pelo tempo e pelo mundo por meio das histórias contadas por sua avó.

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Doodle - dia internacional da mulher
Divulgação
Doodle - dia internacional da mulher

Nesta jornada a menina se depara nada mais, nada menos com 13 importantíssimas mulheres da história mundial. Desta vez, o Doodle optou por fazer a narrativa por meio de imagens fixas que podem ser passadas adiante, e não por breves curtas. Conheça as personagens dessa narrativa:

Ida Bell Wells-Barnett                    

O primeiro encontro da garotinha é com a jornalista Ida B. Wells. Sufragista, feminista e socióloga norte-americana no final do século XIX e começo do XX, Ida foi uma das precursoras do movimento dos direitos civis.

Lofta El Nadi

“Aprendi a voar porque gosto de ser livre”, assim se expressava a primeira piloto mulher do Egito, que conseguiu a licença para exercer a profissão em apenas dois meses de curso. Vale ressaltar que o feito de Nadi aconteceu nos anos 1930, onde com certeza o contexto era mais intimidador às mulheres.

Frida Kahlo

Uma das figuras mais reconhecidas do Doodle disponível com certeza é a da pintora mexicana, que expressou suas dores ao expor sua realidade nas obras. Após um acidente de ônibus aos 18 anos, a mãe de Frida lhe deu de presente materiais de pintura, que foram usados na luta pela justiça para mulheres, latinos e trabalhadores.

Lina Bo Bardi

O quarto encontro da garotinha é com a pioneira arquiteta modernista italiana. Lina Bo Bardi se formou na Universidade de Roma em 1939 e trabalhou como ilustradora da Segunda Guerra Mundial. A carreira da arquiteta se estendeu ao Brasil, onde projetou um dos principais museus do País, o Museu de Arte de São Paulo. Em uma de suas observações, ela afirmou que "a arquitetura e a liberdade arquitetural são, acima de tudo, uma questão social que deve ser vista de dentro de uma estrutura política, não de fora dela".

Olga Skorokhodova

Aos cinco anos de idade Olga sofreu com os efeitos da meningite que a deixaram cega e surda. Após ingressar numa clínica para receber educação escolar, a soviética voltou os seus estudos à comunicação entre cegos e surdos. Seu trabalho forneceu a base para o desenvolvimento para a educação para surdos e cegos.

Miriam Makeba

No sexto quadro do Doodle, o espaço foi dividido entre três grandes mulheres. Uma delas é Miriam Makeba, que foi uma cantora da África do Sul que sofreu com os efeitos do Apartheid, ao ponto de ter que se mudar para os Estados Unidos. Sua luta também foi expressa nos palcos com suas músicas por causas humanitárias.

Sally Ride

Com gravidade próxima de zero. Assim é o encontro da garotinha no sexto quadro do Doodle com a astronauta Sally Ride, que foi a primeira astronauta estadunidense a viajar para o espaço. Formada em física, Sally sempre quis ser inspiração para crianças, e mantê-las animadas sobre a ciência. Parece que deu certo, não é mesmo?

Halet Çambel

Você já imaginou destravar um código antigo que ninguém conhece? Esse foi o feito da arqueóloga turca Halet Çambel ao descobrir a combinação dos hieróglifos hitita, os quais provavelmente estão sendo visitados pela garotinha no sexto quadro. Além disso, a arqueóloga também ganhou o Prêmio Príncipe Claus por preservar a herança cultural de seu país.

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Augusta Ada King

O sétimo quadro do Doodle também é compartilhado com mulheres importantíssimas. Augusta Ada King foi educada em matemática em pleno século XIX, e foi pioneira ao lado de seu colega, Charles Babbage, no ramo da computação, antes mesmo do primeiro computador ser criado. Atualmente ela é reconhecida por desenvolver o primeiro algoritmo para ser processado em máquina.

Rukmini Devi

A indiana foi responsável por resgatar uma dança de mais de mil anos que estava desaparecendo de seu país. Não só isso, Rukmini Devi também acrescentou ao estilo Bharata Natyam elementos da música, teatro e figurinos que encontrava em suas viagens. Além de fazer uma revolução cultural, ela também lutou pelos direitos dos animais.

Cecilia Grierson

Médica, ativista, autora, inventora e reformadora. Assim é o currículo da primeira mulher da Argentina a receber o diploma de medicina no século XIX. Não satisfeita com a conquista, Cecilia também dedicou o seu tempo nas lutas pelos direitos humanos e das mulheres como vice-presidente do Conselho Internacional de Mulheres.

Lee Tai-young

Ainda no sétimo quadro é possível conferir a homenagem à primeira advogada da Coréia. Não satisfeita com o ingresso no exame judicial nacional coreano, Lee Tai-Young, mais tarde, se tornou a primeira juíza mulher do país e ainda fundou o primeiro centro de assistência jurídica, onde pôde ajudar milhares de mulheres com suas famílias e casamentos. Lee escreveu muitos livros e também traduziu para o coreano a obra On My Own, de Eleanor Roosevelt.

Suzanne Lenglen

Uma das esportistas mais importantes do mundo rompeu barreiras através do tênis. Um guarda roupa não tradicional e a postura franca contra as formalidades do esporte foram algumas das contribuições de Suzanne Lenglen, que pegou na primeira raquete em 1910, e em menos de cinco anos se tornou a campeã mais nova do tênis.
No oitavo e último quadro, a protagonista do Doodle está dando um abraço bem apertado a sua avó em forma de agradecimento por poder conhecer todas essas mulheres incríveis que já passaram ou ainda estão no nosso mundo.

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