Brasil Econômico

Brasil Econômico

undefined
shutterstock
Antes do lançamento oficial da função, Tinder realizará testes em um pequeno número de usuárias

É usuária de Tinder? Então, fique atenta para a próxima atualização do aplicativo. Segundo o site internacional de notícias  MarketWatch  , o aplicativo dará às mulheres a opção de somente conversar com moças ou rapazes se elas próprias iniciarem as conversas após o famoso match

Leia também: Google trabalha em ferramenta capaz de sugerir respostas para mensagens

A opção é bem conhecida por fazer parte do aplicativo Bumble , mas, diferente do concorrente, o Tinder deve permitir que as mulheres habilitem ou não a opção. Porém, antes do lançamento oficial da função, o aplicativo de relacionamentos deve fazer testes para que o serviço funcione da melhor maneira possível.

Em entrevista ao portal, a CEO do Match Group, Mandy Ginsberg, apontou que o aplicativo escolheu dar às mulheres a opção de habilitar ou não a função porque muitas não querem assumir "a pressão" de dar início à conversa, contudo, se desejarem. “Dar às pessoas a escolha versus dizer às pessoas como se envolver é a grande diferença”, concluiu. 

Assim, a ideia é proteger as usuárias de comentários abusivos. 

Leia também: Black Mirror cria site para "revelar" quando seu atual relacionamento terminará

Diante da próxima novidade, o portal TechCrunch pontuou que a nova opção pode tornar confuso saber quem deve começar a conversa e, desse modo, exigiria que o aplicativo fizesse algumas alterações na interface da plataforma para que as pessoas saibam quem está aceitando conversas ou não.

Atualmente, é permitido que tanto homens quanto mulheres deem o primeiro "oi" após o mútuo match . Vale destacar que o aplicativo conta com mais de 3 milhões de assinantes pagos e ele já foi baixado pelo menos mais de 100 milhões de vezes.

Consentimento legal

Uma startup está prestes a lançar no mercado o aplicativo LegalFling , que permite aos usuários utilizarem o celular para dar consentimento legal para relações sexuais. O desenvolvimento no app foi impulsionado por tentativas de fortalecer a lei contra o estupro na Suécia.

Por meio do aplicativo, os usuários podem estabelecer as práticas com as quais estão confortáveis por meio de um acordo juridicamente vinculativo. E você, o que acha do LegalFling e da novidade do Tinder?

Leia também: Não é "dislike"! Facebook testa "downvote" em comentários de páginas públicas

    Leia tudo sobre: aplicativo

    Veja Também

    Mais Recentes

      Comentários