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Atualmente, carregadores do iPhone têm 5 W de potência. Nova linha passará a contar com carregador de 18 W, a exemplo dos modelos Android

Futura nova geração dos iPhones deverão contar com carregadores mais potentes, a exemplo do que já acontece com dispositivos Android
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Futura nova geração dos iPhones deverão contar com carregadores mais potentes, a exemplo do que já acontece com dispositivos Android

A próxima geração do iPhone deverá passar a contar com carregadores mais potentes e cabos compatívies com mais recargas mais rápidas do que os habituais. A informação ainda não foi confirmada pela Apple que acabou de lançar o iPhone X, mas segundo fontes da indústria chinesa que produz os aparelhos da empresa, os novos celulares não vão mais contar com o adaptador Lightning que limitava as entradas dos carregadores e fones de ouvido.

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A mudança deverá acontecer porque o recurso de recarga rápida já é bastante difundido entre os usuários de aparelhos concorrentes ao iPhone, mais comumente usados com sistema operacional Android. Para estes, carregadores com potência maiores de até 18 W já estão disponíveis desde 2015. Eles costumam carregar, em média, até 30% da capacidade da bateria em torno de 15 minutos.

Enquanto isso, os carregadores que carregam os aparelhos da Apple por padrão estão limitados a 5 W de potência o que, com o passar do tempo, e a popularização dos carregadores mais potentes, se tornou um aspecto negativo apontado nas avaliações dos iPhones e nos comparativos com outros da categoria. Agora, porém, a Apple parece disposta a mudar isso.

Vale dizer, no entanto, que os iPhones 8, 8 Plus e X já possuem compatibilidade com recarga rápida. Apesar de vendidos com o carregador de baixa potência, os usuários poderiam adquirir um carregador extra da Apple de 29 W de potência e um cabo compatível, mas precisam pagar mais por isso.

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Segundo a Apple, esse carregador super potente seria capaz de carregar metade da bateria do aparelho em apenas 30 minutos. Esse carregador, no entanto, custa cerca de R$ 170 e o cabo USB-C para Lightning (a entrada diferente do iPhone), em torno de R$ 120, o que eleva o investimento necessário para quase R$ 300, fora os custos já bem elevados para adquirir o próprio aparelho em si.

Já o futuro novo carregador-padrão do iPhone não deve chegar a toda essa potência, mas no padrão intermediário, equivalente ao de aparelhos da Motorola e da Samsung, por exemplo, já deve ser o suficiente para agradar a maior parte dos clientes e representar uma boa economia.

Bateria do iPhone com problemas

A bateria dos iPhones, por sinal, nunca foram consideradas o seu ponto forte. Recentemente, a  Apple se envolveu em polêmica e foi obrigada a admitir que limitava propositalmente o rendimento dos aparelhos, segundo ela, para evitar que dispositivos com a bateria desgastada desligassem sozinhos e danificassem os demais componentes.

Depois disso, a empresa foi acusada de adotar uma estratégias de obsolescência programada já que era justamente os modelos mais antigos que apresentavam esse problema. A empresa novamente se justiificou dizendo que "o objetivo é oferecer a melhor experiência para os consumidores, o que inclui o desempenho geral e o prolongamento da vida útil dos dispositivos". 

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Na ocasião, porém, a Apple reagiu a pressão prometendo uma solução operacional e anunciando uma redução imediatada no valor da troca de baterias. Sendo assim, no Brasil, até dezembro de 2018, a Apple está cobrando R$ 149, em vez de R$ 449 como antes, para substituir baterias danificadas dos diferentes modelos de iPhone .

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