Amazon Alexa
Divulgação/Amazon
O Echo Dot é um dos dispositivos com Alexa disponíveis no Brasil


O governo federal fez uma parceria com a Amazon para que a assistente virtual Alexa dê explicações sobre o auxílio emergencial e demais serviços digitais públicos. O acordo foi divulgado nesta segunda-feira (18) pelo Ministério da Economia, que afirmou que a assistente se torna "mais um canal de acesso a informações do governo federal". 

Depois que Salim Mattar, Secretário Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, publicou a novidade em sua conta no Twitter , diversos internautas começaram a ironizar e criticar a medida. 


Isso porque a Alexa geralmente é utilizada por consumidores que possuem dispositivos Echo , da Amazon, e o mais barato deles custa R$249. Outra forma de utilizar a assistente é através de um aplicativo que pode ser baixado para Android ou iOS. 

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Mesmo que o aplicativo seja gratuito, ele ainda não é tão acessível a pessoas de baixa renda, já que ocupa bastante armazenamento dos celulares - o que não é encontrado em smartphones de entrada. No sistema Android, que engloba os celulares mais baratos, o aplicativo da Alexa ocupa quase quatro vezes mais espaço que o WhatsApp, por exemplo.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o secratário Governo Digital, Luis Felipe Monteiro, afirmou que a parceria com a Amazon é apenas a primeira, e que é preferível "pecar pelo excesso". A estratégia, segundo ele, é "colocar o governo na palma da mão de todo brasileiro", cobrindo todas as plataformas. 

Com a parceria com a Amazon, já é possível obter da Alexa respostas a perguntas como "Como posso me inscrever no Cadastro Único?", "Como solicitar seguro desemprego?" e "Como tirar carteira digital?".

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