Brasil Econômico

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Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
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Empresas da indústria de telecomunicações se manifestaram contrárias ao edital de leilão de 5G formulado pelo ministério das Comunicações. Ainda que muitas delas não participem da venda do serviço, que será exclusivo das distribuidoras de internet, outros pontos estão abertos.

O governo espera realizar o leilão do 5G  no final de junho.

O primeiro conflito relevante ocorre entre as teles e as emissoras de TV. Na proposta, a Anatel decidiu delegar para a telefonia 5G uma faixa de frequência (3,5 GHz) hoje utilizada pela radiodifusão e empresas de satélites.

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O serviço de recepção da TV aberta por parabólica, hoje clandestino, poderá ser regulamentado com o novo edital que está sendo preparado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Pela proposta em discussão na Anatel, as teles terão de comprar receptores e distribuir para aqueles que só veem TV via parabólica. Elas, no entanto, são contrárias a esse modelo.

O relator do processo na agência, o conselheiro Carlos Baigorri, definiu que sejam redes novas e que operem somente com o chamado Stand-Alone.

No setor, esse padrão é conhecido como Stand-Alone ou  “5G puro” porque pressupõe a construção de uma rede própria, independente da infraestrutura 4G e 3G em funcionamento.

Para as teles, essa rede custará bilhões e ainda não há um modelo de negócio capaz de rentabilizá-la em menos de dois anos.

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