Plataformas são acusadas de prejudicarem crianças
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Plataformas são acusadas de prejudicarem crianças

Depois de investigar o Facebook, o Senado dos Estados Unidos ouviu representantes do TikTok, Snapchat e YouTube nesta terça-feira (26). As plataformas também são acusadas de prejudicar a saúde mental de crianças e adolescentes.

Durante a sessão, representantes das três redes sociais tentaram convencer os senadores de que são melhores que o Facebook nesse sentido. Os congressistas, porém, rebateram. "Ser diferente do Facebook não é uma defesa", disse o democrata Richard Blumenthal. "Queremos uma corrida ao topo, não ao fundo".

"O Snapchat foi construído como um antídoto contra as redes sociais", declarou Jennifer Stout, vice-presidente do grupo Snap. "Descobrimos que pessoas com transtornos alimentares acessam o TikTok para falar sobre isso de maneira positiva", disse Michael Beckerman, chefe de políticas públicas nas Américas da chinesa ByteDance, doan do TikTok. O Google, por sua vez, falou sobre as medidas que tem tomado para excluir conteúdos perigosos do YouTube.

"As redes sociais podem oferecer oportunidades de entretenimento e educação, mas esses aplicativos também foram usados indevidamente para se aproveitar de crianças e promover atos destrutivos, como vandalismo escolar, desafios virais que representam risco de vida, bullying, transtornos alimentares e abuso de menores", afirmou a comissão do Senado.

A sabatina aconteceu algumas semanas depois de F rances Haugen, delatora do Facebook, depor diante dos parlamentares. Na ocasião, ela acusou a empresa de prejudicar a saúde mental de jovens no Instagram.

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