Silvia Poppovic , um dos rostos mais icônicos do jornalismo brasileiro, provou que existem "várias vidas dentro de uma só" ao trocar mais de 40 anos de estúdios de TV pela tela de um smartphone.
No nosso papo no Inteligência Orgânica, ela rejeitou o rótulo de "influenciadora" para se definir como uma produtora de conteúdo intensa e, às vezes, exausta.
Silvia revelou que sua entrada definitiva no digital foi impulsionada pela pandemia, quando foi afastada da Band por ter mais de 60 anos e precisou aprender a "subir a persiana" para iluminar suas próprias lives direto da sala de casa.
Longe de ser apenas "looks do dia", Silvia usa seu alcance de milhões para falar de lutos reais — como a perda do marido, Marcelo, para quem a filha Ana doou medula — e de sua "vingança" contra a melancolia: viver bem .
Entre críticas ao "algoritmo castrador" e à pirataria de sua imagem por IAs que vendem remédios falsos , ela defende que a maturidade trouxe o luxo de "escolher as brigas" e a coragem de namorar de novo, ignorando as visões castradoras da sociedade. Para Silvia, a elegância é um exercício de autoconhecimento e o silêncio é o novo luxo em um mundo barulhento demais.
Quer conferir essa aula de resiliência e estilo na íntegra? Assista ao vídeo completo no nosso canal do YouTube.