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Microsoft deepfake
Unsplash/Tadas Sar
Microsoft lança ferramenta contra deepfake

A pandemia de Covid-19 e a chegada das eleições presidenciais dos Estados Unidos tornaram as fake news mais frequentes e perigosas do que nunca. Pensando nisso, a Microsoft está lançando novas ferramentas de combate à desinformação, principalmente no que diz respeito a imagens com deepfake , como parte de seu Programa de Defesa da Democracia.

Chamado de Microsoft Video Authenticator, a ferramenta contra deepfakes funcionará ao analisar fotos e vídeos para indicar a probabilidade de que tal mídia seja manipulada para mudar o teor de seu conteúdo.

Os usuários terão acesso a uma pontuação de confiança ou chance percentual de que as imagens sejam manipuladas. No caso dos vídeos, os níveis serão exibidos em tempo real a cada quadro.

De acordo com a Microsoft, a ferramenta funciona ao detectar movimentos ou detalhes sutis que, no geral, não são percebidos pelos olhos humanos.

A empresa também permitirá que que produtores de conteúdo adicionem rótulos e certificados digitais nos metadados de suas fotos e vídeos para que um leitor, que será baixado como extensão do navegador, possa verificar se os certificados correspondem aos rótulos - tudo isso, claro, de forma imperceptível a nós, humanos. Esse método pode garantir aos espectadores das imagens que o conteúdo é autêntico.

Ainda segundo a Microsoft , a luta da empresa contra as fake news em suas muitas formas será contínua, visto que está empenhada em agir contra a desinformação.

Facebook e Twitter reforçam ações contra fake news em eleições dos EUA

À medida que as eleições estadunidenses se aproximam, as  redes sociais  buscam meios mais efetivos para frear a desinformação diante de decisões importantes para o país. O  Facebook  e o  Twitter , por exemplo, são as plataformas mais ativas nesse aspecto.

No caso do Facebook, a plataforma lançou uma página para centralizar informações reais acerca das eleições dos Estados Unidos, a fim de fornecer, com fácil acesso, dados precisos sobre as votações, campanhas, candidatos e demais assuntos relacionados. A empresa também alegou estar discutindo com autoridades o impacto que as  fake news  podem ter nos resultados eleitorais.

Já o Twitter desenvolveu novas políticas que "enfatizam informações precisas sobre todas as opções disponíveis para votar, incluindo por correio e votação antecipada". Os recursos devem chegar à plataforma no mês que vem. Além disso, a empresa anunciou que quer expandir suas "políticas de integridade civil" para lidar com publicações que contenham informações falsas referentes aos formatos de votos e outros procedimentos eleitorais.

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