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Segundo Jeff Weiner, CEO do LinkedIn, empresa está aberta à possibilidade de produzir conteúdo original; executivo usou "Shark Tank" como exemplo

Com o crescimento de serviços como Netflix , Amazon Prime Video e Hulu, outras empresas também pensam em investir em streaming . Entre elas, o LinkedIn, rede social para quem busca um novo emprego ou deseja ampliar seus contatos profissionais. De acordo com informações do site "The Information", a plataforma pode considerar a possibilidade de investir em produções de vídeo próprias ou adquirir séries de produtoras.

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A declaração foi feita pelo CEO do LinkedIn , Jeff Weiner, durante um evento realizado pelo "The Information". "Certamente, estamos abertos à ideia de conteúdo original e, em algum ponto, estaríamos muito interessados em explorar isso com várias distribuidoras", disse. Segundo ele, programas como "Shark Tank", que envolve startups em busca de investidores, poderiam se encaixar nos interesses dos usuários de sua plataforma.

LinkedIn foi comprado pela Microsoft em 2016 por US$ 26 bilhões; rede social investe em recursos para atrair usuários
Reprodução
LinkedIn foi comprado pela Microsoft em 2016 por US$ 26 bilhões; rede social investe em recursos para atrair usuários

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Durante a entrevista, Weiner admitiu que a estratégia de investir em vídeo é um pouco "atrasada", considerando que outras plataformas já se concentram no formato. Empresas como Facebook e Apple , devem investir cerca de US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 3,1 bilhões) cada em 2018 em seus serviços. No entanto, como lembra o site "Geek Wire", a medida poderia aumentar o engajamento dos usuários e até mesmo elevar o faturamento com assinaturas. 

Caso os planos se concretizem, esta não será a primeira ação da rede social em torno dos vídeos. Em agosto deste ano, a plataforma liberou a publicação nativa de vídeos. Antes, só era possível utilizar players externos, como o do YouTube . Com a mudança, os usuários que publicarem vídeos em seus perfis poderão ter diversas estatísticas de audiência. Além do número de visualizações, curtidas e comentários, a plataforma também exibe dados de empresas, cargos e locais dos espectadores.

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Comprado pela Microsoft em 2016 por cerca de US$ 26 bilhões (pouco mais de R$ 82 bilhões) – a maior feita pela companhia de Bill Gates –, o LinkedIn tem feito esforços para se tornar mais atrativo aos usuários. Além dos vídeos, a rede social liberou a publicação de fotos com filtros semelhantes aos do Snapchat e testa, para alguns usuários dos Estados Unidos, um "modo Tinder", desenvolvido para aproximar profissionais de potenciais "mentores".

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