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Batizado de "Impersonating The Don", aplicativo foi criado com plataforma de realidade aumentada desenvolvida para os dispositivos da Apple

Brasil Econômico

Imitação de Trump pode ser compartilhada com amigos em serviços como o iMessage e o Twitter
Reprodução
Imitação de Trump pode ser compartilhada com amigos em serviços como o iMessage e o Twitter

As imitações do presidente norte-americano Donald Trump foram levadas a outro nível. Agora, um aplicativo permite que qualquer um deixe sua imitação do republicano ainda melhor com a ajuda de um Animoji, tipo de desenhos animados lançado no iOS 11.

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"The Don - Trump Yourself", como foi batizado, usa realidade aumentada do iPhone para oferecer a experiência para os usuários que gostam de imitar Donald Trump .

O aplicativo foi criado por Josh Miller, fundador da Branch, uma startup de serviços de mensagens comprada pelo Facebook em 2014. Segundo ele, o projeto foi desenvolvido junto com alguns amigos.

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O objetivo era testar as possibilidades do AR Kit, plataforma de realidade virtual criada para os dispositivos da Apple. As imitações podem ser gravadas e compartilhadas com seus amigos pelo iMessage, Twitter e outras redes sociais. Se você preferir, pode salvar o resultado no celular para mostrar para alguém pessoalmente.

Ao site Business Insider , Miller disse ter achado que seria uma maneira divertida de aprender mais sobre a plataforma, além de arrancar algumas risadas dos usuários. Disponível somente para iPhone X, "The Don - Trump Yourself" pode ser adquirido por US$ 2 (cerca de R$ 6,50) na loja de aplicativos da Apple. Confira uma demonstação do aplicativo:


"Trump me bloqueou"

A imagem do líder norte-americano é utilizada para os mais diversos fins. Alguns usuários do Twitter, por exemplo, chegaram a  criar um site para reunir as pessoas que foram bloqueadas por ele na rede social. Batizado de TrumpBlocks.me, o site mostra alguns dos usuários que não conseguem acessar os tweets do presidente dos EUA.

Na opinião de críticos, o comportamento de Trump no Twitter interfere nos direitos dos cidadãos norte-americanos de terem acesso às informações do governo. Até o fechamento desta matéria, 83 pessoas já haviam sido bloqueadas pelo presidente dos EUA na rede social.

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Para realizar a contabilidade daqueles que foram recusados por Donald Trump , o site conta com a colaboração dos usuários, que precisam informar que se tornaram um "desafeto" do político por meio do botão "Estou bloqueado".

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