Não são só os brasileiros que querem se relacionar com pessoas com o mesmo posicionamento político . Na Argentina, mais de 11 mil membros se reúnem em grupos de Facebook, chamados Tinder K, em busca de um amor que pense da mesma forma. Para entrar nos grupos, três requisitos são necessários: ser solteiro, peronista e kirchnerista.
Os grupos existem desde 2015, quando Mauricio Macri venceu as eleições argentinas. Na época, a polarização política entre os macristas e kirchneristas acabou se acirrando ainda mais, impulsionando a criação de um grupo que incentivasse o relacionamento entre pessoas que estavam do mesmo lado nesta guerra.
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O Tinder K se organzia através de diversos grupos no Facebook . Além da interação online, os participantes também promovem festas beneficentes, grupos de jogos virtuais e debates públicos sobre assuntos sociais. Os grupos não têm nenhum fim lucrativo, e vários casais já se formaram durante os últimos anos.
A inspiração de boa parte dos membros do Tinder K é o casal Néstor e Cristina Kirchner . A dupla ficou casada por 35 anos, até a morte de Néstor em 2010.
PTinder
Aqui no Brasil, um fenômeno parecido foi a criação do PTinder, uma página no Instagram para promover o namoro entre brasileiros de esquerda. A ideia é que, em breve, a ideia da página seja transformada em um aplicativo para celulares.
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Além de Brasil e Argentina, nos Estado Unidos também já há pessoas que buscam um amor com o mesmo posicionamento político. Por lá, porém, há opções para os dois lados: quem apoia Donald Trump, adere a movimentos como #donalddaters e #TrumpSingles; já quem simpatiza com o Partido Democrata, adere ao #Liberalhearts.