Telegram é cobrado pelo TSE
Unsplash/Christian Wiediger
Telegram é cobrado pelo TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, enviou nesta terça-feira (8) um novo ofício para o Telegram, pedindo para que a plataforma colabore com o Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal, que visa reduzir a circulação de desinformação eleitoral nas plataformas digitais.

O ofício foi enviado a Pavel Durov, diretor-executivo do Telegram, e representa mais uma das várias tentativas do TSE de contatar a plataforma. Sem resposta, o  Tribunal já afirmou anteriormente que cogita pedir pelo banimento do Telegram no Brasil.

No documento, Fachin afirma que o  TSE já estabeleceu parcerias com diversas redes sociais  e pede para que o Tribunal e o Telegram possam adotar "estratégias de cooperação voltadas ao enfrentamento da crescente problemática da desinformação no Brasil e a conter seus impactos sobre o processo eleitoral", como já havia sido solicitado anteriormente.

Até o momento, 72 entidades e empresas de tecnologia já aderiram ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação do TSE, incluindo Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube e Kwai.

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