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De acordo com a rede social, reações são formas mais expressivas para que os usuários mostrem o que pensam sobre um conteúdo exibido no feed

A possibilidade de reagir à uma publicação com sentimentos que não se limitam a uma simples curtida já está disponível há mais de um ano no Facebook. Agora, a rede social informa que mudará seu algoritmo para que as opções alternativas, como "Amei", "Haha", "Uau", "Triste" e "Grr", tenham mais valor para definir as publicações exibidas em seu feed. A rede social argumenta que as reações são "um sinal ainda mais forte" que uma curtida para mostrar que você deseja ver um post. 

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Para o site, a mudança faz sentido, já que a curtida é a interação padrão com um post e um indicador vago do interesse do usuário em um determinado conteúdo. Por outro lado, as reações revelariam emoções mais fortes, pois exigem um esforço um pouco maior para serem exibidas tanto no desktop quanto nos dispositivos móveis. No entanto, até o momento, o Facebook considerava os novos ícones e uma curtida da mesma forma, como uma interação.

De acordo com o Facebook, usuários já reagiram a mais de 300 milhões de publicações desde a criação do recurso
Reprodução
De acordo com o Facebook, usuários já reagiram a mais de 300 milhões de publicações desde a criação do recurso

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"No último ano, percebemos que se as pessoas deixam uma reação em uma publicação, trata-se de um sinal mais forte que uma curtida para mostrar que elas desejam ver um tipo de conteúdo", disse a rede social em nota ao jornal "The Guardian". Há alguns dias, a rede social informou que os usuários já reagiram a mais de 300 milhões de publicações desde o lançamento do recurso.

A reação "Amei" foi mais utilizada pelos usuários e esteve presente em mais da metade das ocasiões. Ainda de acordo com a rede social, o dia que mais registrou reações "Amei" em todo o mundo foi o Natal de 2016. No ano passado, a plataforma usou algumas datas comemorativas para apresentar reações temporárias. No Dia das Bruxas, por exemplo, os ícones convencionais deram lugar a uma bruxa, um fantasma, um Frankenstein e uma abóbora.

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Ao anunciar o novo recurso, em outubro de 2015, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, explicou que as pessoas pediam há anos as pessoas pediam alternativas ao botão "Curtir". "Nem todo momento é um bom momento, e às vezes você quer apenas uma maneira de expressar empatia. Estes são momentos importantes em que você precisa ter o poder de compartilhar mais do que nunca, e o Curtir pode não ser a melhor maneira de se expressar", disse.

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